quarta-feira, 13 de agosto de 2008

inter

Internacional X Grêmio

Titulares do Inter recebem reservas do Grêmio no Gre-Nal de D'Alessandro
Em clássico pela Sul-Americana, grande atração às 22h, no Beira-Rio, é a estréia do argentino com a camisa colorada


D'Alessandro estréia no Internacional contra o Grêmio, de SouzaÉ o maior clássico do universo para qualquer gaúcho que goste de futebol. Às 22h desta quarta-feira, a história da rivalidade Gre-Nal ganha novo capítulo no Beira-Rio. E desta vez é por um torneio gringo. O Inter, com força máxima, encara os reservas do Grêmio na estréia das duas equipes na Copa Sul-Americana. Em um clássico esvaziado pelo time tricolor, muito mais interessado no Brasileirão, a grande atração é a estréia de Andrés D’Alessandro com a camisa colorada.

O Gre-Nal 371 será acompanhado em Tempo Real pelo GLOBOESPORTE.COM. A RBS TV mostra ao vivo para o Rio Grande do Sul. O jogo da volta será no dia 28, no Olímpico.

Confira a tabela completa da Sul-Americana

A esperança vermelha em três palavras: Andrés Nicolás D’Alessandro

Os colorados idolatram Guiñazu, são apaixonados por Daniel Carvalho, apostam todas as fichas nos gols de Nilmar, mas a grande atração do Gre-Nal desta quarta é D’Alessandro. O meia argentino, maior contratação do clube gaúcho em anos, faz sua estréia com a camisa colorada justamente em um clássico. Ele repete o que aconteceu com Fernandão, que marcou de cabeça, em 2004, o milésimo gol da história dos Gre-Nais em seu primeiro jogo pelo Inter.

D’Alessandro está bem fisicamente, já que vinha treinando no San Lorenzo. No Beira-Rio, seguiu firme e forte com as atividades. Claro, vai faltar ritmo de jogo, mas os colegas já comemoram a presença dele.

- É um jogador de muita qualidade. Para um atacante, é sempre bom ter um atleta com o talento dele ali perto - diz Nilmar.

Mas D’Alessandro não será a única atração colorada. O Inter também terá pela primeira vez como titular o lateral-esquerdo Gustavo Nery. No ataque, Daniel Carvalho reencontra o clássico Gre-Nal já em sua segunda partida desde que retornou ao Gigante. Existe a possibilidade de o time ir a campo no esquema 3-5-2, com Índio, Bolívar e Sorondo na zaga.

Para o clube do Beira-Rio, o jogo representa uma possibilidade de reencontro com o bom futebol. O Colorado, mesmo repleto de jogadores de qualidade, insiste em patinar no Brasileirão. Se vencer o clássico, o time de Tite ganhará moral para encarar o restante da temporada. Em caso de derrota, a crise será das grandes.

- Sempre temos a obrigação de ganhar o Gre-Nal, e ainda mais jogando em casa - resume o presidente do clube, Vitório Piffero.

Por um lugar ao sol

São dois os motivos que levaram o Grêmio a escalar reservas no clássico: primeiro, a necessidade de descansar os atletas; segundo, a idéia de evitar as críticas no caso de uma possível derrota. O clube não vê razões para ameaçar, com a Sul-Americana, o bom momento no Brasileirão.

A preservação dos titulares abre a possibilidade de os reservas ganharem moral. Muitos deles já vêm bem, e podem crescer ainda mais na parada em caso de boa atuação no clássico. É o caso de Souza, que chega a imaginar como será fazer um gol no rival.

- Sonho com um gol. Seria especial fazer meu primeiro pelo Grêmio justamente em um clássico - afirma o meia.

O zagueiro Léo, que acabou de retornar de lesão e, por isso, está mais descansado, será o único titular. Na ala direita, Celso Roth teve uma baixa. O lateral-direito Felipe, lesionado, não poderá ser o substituto de Paulo Sérgio. A função deve ser exercida por Rudnei, improvisado.
Internacional
esquema 4-4-2

GOLClemer

MEIWellington Mo...

ZAGÍndio

ZAGSorondo

LATGustavo Nery

MEIEdinho

MEIGuiñazu

MEIRosinei

MEID´Alessandro

ATADaniel Carval...

ATA Nilmar
Técnico:titi
Grêmio
esquema 3-5-2

GOL Marcelo Grohe

ZAG Leo

ZAG Jean

ZAG Thiego

MEI Rudnei

MEI Amaral

MEI Makelele

MEI Souza

LAT Helder

ATA André Luís

ATA Reinaldo
Técnico:
Celso

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

brasileirao serie A

BALANÇO: confira os destaques do primeiro turno do Brasileirão 2008
Fique por dentro de todos os detalhes da primeira metade da disputa


Disputa acirrada na primeira metade O primeiro turno do Brasileirão 2008 chega ao fim e o GLOBOESPORTE.COM aponta os destaques do campeonato de futebol mais disputado do mundo. O líder Grêmio, campeão simbólico após 19 rodadas, obteve o melhor aproveitamento entre todos os times que fecharam a primeira parte no topo da tabela, desde o início dos pontos ocorridos (2003).



O balanço também mostra jogos emocionantes da primeira metade da disputa, o entra e sai dos jogadores, dança dos técnicos, a briga acirrada pela artilharia, os grandes goleiros, goleadas e muito mais. E o melhor de tudo é saber que o returno vai começar no próximo fim de semana. Promete!


OS ARTILHEIROS



Companheiros de ataque e campeões pelo Atlético-PR no Brasileirão de 2001, o palmeirense Alex Mineiro e o santista Kléber Pereira estão em lados opostos nesta temporada e fazem um duelo equilibrado pela artilharia do campeonato. Com 11 gols cada, eles lideram a disputa, mas são seguidos bem de perto. Guilherme, do Cruzeiro, Keirrison, do Coritiba, e Nilmar, do Internacional, estão na cola com dez.



AS PRINCIPAIS GOLEADAS



Alegria de uns, sofrimento de outros. O líder Grêmio é dono da goleada mais expressiva do campeonato até o momento. O Tricolor gaúcho arrasou o Figueirense, fora de casa, por 7 a 1, na 14ª rodada. Santos e Atlético-MG são as maiores vítimas das 19 primeiras rodadas. O Peixe foi goleado por Goiás e Cruzeiro, duplo 4 a 0. O Galo perdeu de muito para São Paulo (5 a 1) e Vasco (6 a1).

OS MELHORES CONFRONTOS



Cinco a cinco, três a três, dois a dois...Não faltaram jogos eletrizantes e equilibrados na primeira parte do Brasileirão. O GLOBOESPORTE.COM lembra cinco partidas que tiraram o fôlego dos torcedores. Para se ter uma idéia, um deles ocorreu na primeira rodada e teve dez gols (assista ao vídeo ao lado). Imagina o que veio depois?

DANÇA DOS TÉCNICOS



O ritmo é alucinante, e a dança dos técnicos não parou por um só minuto neste Brasileirão 2008. Ao todo, o turno teve 18 mudanças nas 19 rodadas da competição. Bem mais que as 11 do ano passado. Dos 20 clubes, 12 já mudaram de técnico pelo menos uma vez contra nove de 2007.



Editoria de Arte/Montagem
Renato Augusto, Marcinho e Souza deixaram o Fla ENTRA E SAI DE JOGADORES



Seja devido à janela de transferências para o exterior durante o Campeonato Brasileiro ou à necessidade dos clubes da Série A se reforçarem, os elencos que iniciam a competição são bem diferentes dos que terminam o torneio em grande parte dos clubes. Marcinho (Flamengo), Roger (Grêmio), Fernandão (Internacional), Marcelo Moreno (Cruzeiro), Henrique (Palmeiras), Michael (Coritiba), Danilinho e Coelho (Atlético-MG) deixaram o país. E qual foi o time que mais mexeu no elenco? Quem mudou pouco? O balanço mostra tudo.

GOLEIRAÇOS



Eles não são santos, mas fazem milagres. Uma das chaves para o Grêmio fechar o turno na liderança do Campeonato Brasileiro foi o bom desempenho do seu sistema defensivo. Com os 12 gols sofridos no Nacional-2008, a equipe comandada pelo treinador Celso Roth tem a segunda melhor defesa em 19 jogos desde que o Nacional passou a ser disputado em pontos corridos (em 2003). O Tricolor Gaúcho fica atrás apenas do São Paulo de 2007, que levou apenas oito gols ao final do primeiro turno. Um dos responsáveis diretos pelo bom desempenho no Brasileirão-2008 é o goleiro Victor, que tem média de 0,63 gol sofrido por jogo.

Além do gremista, Castillo (Botafogo), Fábio (Cruzeiro), Bruno (Flamengo) e Rogério Ceni (São Paulo) são os goleiros menos vazados.

AS TRÊS SELEÇÕES



O Grêmio também é o líder em indicações para a seleção do torneio montada a partir das notas dadas por jornalistas do GLOBOESPORTE.COM a cada rodada da competição. O Tricolor gaúcho é o único time com três representantes na equipe ideal do turno: o lateral-direito Paulo Sérgio, o zagueiro Pereira e o meia Tcheco.





Agência/Lancepress
Quem segura o líder? MARCAS HISTÓRICAS NA ERA DOS PONTOS CORRIDOS



No pelotão de frente, o Grêmio conseguiu uma marca histórica desde que o sistema por pontos ocorridos foi estabelecido (2003). O time gaúcho obteve o melhor aproveitamento entre todos os times que fecharam o primeiro turno no topo da tabela (71.9%). Aliado ao fato de que todos os times que se encontravam nesta posição foram campeões ao fim da competição em pontos corridos, a situação do Tricolor gaúcho é muita boa, certo? Sim. Mas seus concorrentes mais próximos (Cruzeiro e Palmeiras) também tiveram alto aproveitamento. Apenas em 2003, os times que ocupavam a segunda e terceira colocação tiveram desempenho melhor. Na parte inferior da tabela, o equilíbrio é ainda maior.


FLAMENGO LIDERA...NAS ARQUIBANCADAS



O Flamengo passou uma boa parte do Campeonato Brasileiro na liderança. Mas o time foi caindo gradativamente de rendimento e abandonou o G-4. Em um quesito, porém, o time rubro-negro continua líder disparado: a força de sua torcida. Dos dez melhores públicos do primeiro turno, sete aconteceram em partidas disputadas pelo Rubro-Negro.

resultados do brasileirao serie A

18:20 São Paulo 2x1 Goiás 18:20 Flamengo 1x0 Atlético-PR 18:20 Atlético-MG 0x4 Grêmio Dom, 10/08/2008

16:00 Coritiba 3x0 Sport 16:00 Vitória 5x0 Vasco 16:00 Botafogo 1x0 Palmeiras 16:00 Portuguesa 2x1 Cruzeiro 18:10 Internacional 1x1 Figueirense 18:10 Náutico 1x0 Santos 18:10 Ipatinga 2x1 Fluminense

brasileirao serie A a classificaçao

1 Grêmio 41 19 12 5 2 35 12 23 71
2 Cruzeiro 36 19 11 3 5 32 19 13 63
3 Palmeiras 34 19 10 4 5 32 21 11 59
4 São Paulo 33 19 9 6 4 33 21 12 57
5 Vitória 32 19 10 2 7 30 21 9 56
6 Coritiba 32 19 9 5 5 29 19 10 56
7 Flamengo 31 19 9 4 6 30 19 11 54
8 Botafogo 31 19 9 4 6 29 19 10 54
9 Sport 27 19 8 3 8 21 24 -3 47
10 Internacional 26 19 7 5 7 21 20 1 45
11 Figueirense 1 25 19 6 7 6 24 35 -11 43
12 Atlético-MG 1 24 19 6 6 7 25 37 -12 42
13 Goiás 23 19 6 5 8 23 28 -5 40
14 Portuguesa 2 22 19 6 4 9 26 39 -13 38
15 Náutico 2 21 19 6 3 10 20 29 -9 36
16 Atlético-PR 2 20 19 5 5 9 17 21 -4 35
17 Vasco 2 19 19 5 4 10 30 39 -9 33
18 Santos 17 19 4 5 10 21 33 -12 29
19 Fluminense 16 19 4 4 11 21 29 -8 28
20 Ipatinga 16 19 4 4 11 20 34 -14 28

pequim

Judô ganha dois bronzes e abre quadro de medalha do Brasil nos Jogos de Pequim
Ketleyn vence no peso leve e faz história com a primeira medalha de uma brasileira em esportes individuais nos Jogos. Leandro repete feito de Atenas

Saiu a primeira medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim. Ou melhor, saíram as duas primeiras medalhas. Leandro Guilheiro e Ketleyn Quadros conquistaram o bronze no judô, categoria peso leve, e já igualaram o desempenho da equipe brasileira da modalidade nos Jogos de Atenas, em 2004. A vitória de Ketleyn no feminino tem um sabor mais do que especial, já que é a primeira medalha olímpica de uma brasileira em um esporte individual nos Jogos e a primeira medalha da história do judô feminino na competição.




O semblante confiante de Ketleyn e a vibração de Leandro. Brasil ganha suas primeiras medalhas Agência/EFE
Ketleyn festeja o feito inédito para o judô do Brasil Com os dois bronzes, a seleção brasileira de judô se iguala ainda à equipe de atletismo em números de medalhas em todas as edições de Olimpíadas, 13, ficando atrás apenas da vela, que tem 14 até Pequim.



- A ficha ainda está caindo. Sei que isso é muito positivo para mim e para o judô brasileiro. Mas eu ainda não pude ter noção de tudo isso - disse Ketleyn em entrevista à Rede Globo.



Ao lado da lutadora, a técnica da equipe feminina do Brasil, Rosicléia Campos, vibrava com o feito inédito.



- A gente fez história! - gritava Rosicléia.



O feito de Leandro Guilheiro não é menos especial. Afinal, Leandro chega em Pequim ao seu segundo pódio olímpico, igualando o número de medalhas de Aurélio Miguel (ouro em Seul (1988) e bronze em Atlanta (1996)) em Olimpíadas. Na decisão do masculino, Guilheiro fez uma luta relâmpago, derrubando o iraniano Ali Malomat em 23s, e conseguindo o ippon, pontuação máxima do esporte. O bronze de Ketleyn chegou um pouco antes, com a vitória da brasiliense sobre a australiana Maria Pekli, com um ippon no golden score, após ter empatado com uma punição para cada lado nos cinco minutos de luta.



VEJA IMAGENS DA CHEGADA AO BRONZE DE KETLEYN QUADROS



CONHEÇA A CAMINHADA DE LEANDRO AO BRONZE EM FOTOS



A caminhada para os feitos históricos



Agência/Reuters
Guilheiro sério, em seu segundo pódio olímpico Leandro e Ketleyn pegaram nomes fortes do judô mundial nesse caminho até as duas medalhas de bronze. Em sua primeira luta em Jogos Olímpicos, a brasiliense de 20 anos passou pela atual vice-campeã asiática, a sul-coreana Sin-Young Kang. Do outro lado, Guilheiro tinha uma estréia que parecia mais tranqüila, contra o argentino Mariano Bertolotti. Entretanto, a punição sofrida no início fez com que Leandro tivesse que correr atrás do placar. A técnica, aliada com o uso correto da regra, fez Leandro Guilheiro forçar o adversário a sofrer seguidas punições, garantindo a virada e a vitória na estréia.



O destino, porém, foi diferente para os dois medalhistas de bronze na segunda luta do dia. Ketleyn mostrou que não se intimida com títulos e encarou de igual para igual a medalhista de bronze em Atenas, a holandesa Deborah Gravenstijn. Entretanto, a experiência da adversária contou e a brasiliense foi surpreendida com um contra-golpe, sofrendo o koka que lhe tiraria da caminhada pelo ouro. No masculino, Leandro aplicava o primeiro ippon brasileiro em Pequim, derrubando o sul-africano Marlon August.



Enquanto Ketleyn torcia por sua adversária para ir à repescagem, o que aconteceria mais tarde com a vitória de Deborah sobre a espanhola Isabel Fernandez, Leandro via o sonho do ouro ser adiado, ao perder no golden score para o atual campeão mundial, o coreano Kichun Wang. Com Wang na semifinal, Guilheiro tinha a tranqüilidade de saber que o bronze ainda era possível.



Tranqüilidade após as derrotas



Os dois judocas provaram na luta seguinte que as derrotas não haviam balançado sua confiança. Com um semblante bastante confiante, principalmente para uma estreante, Ketleyn passou simplesmente pela campeã olímpica (Sydney-2000) e mundial (1997) Isabel Fernandez, com uma punição por falta de combatividade para a espanhola durante o golden score. Leandro estreou na repescagem com estilo, ao vencer por ippon o uzbeque Shokir Muminov.



Faltavam então duas lutas para o pódio. E Ketleyn Quadros garantiu com um ippon sobre a japonesa Aika Saito a que já era a melhor participação de uma judoca brasileira na história das Olimpíadas. No masculino, Leandro Guilheiro seguia sua seqüência de ippons, conseguindo o terceiro, desta vez sobre o ucraniano Gennadii Bilodid na final da repescagem.



Na disputa do bronze, a tensão ficou do lado apenas da torcida brasileira. Dentro do tatame, os judocas mostravam muita concentração e tranqüilidade para despachar seus adversários. Primeiro foi a novata Ketleyn, que com um ippon, o seu segundo em Pequim, derrotava a australiana Maria Pekli e garantia a medalha inédita. Depois veio Leandro para coroar o dia, com um ippon relâmpago aos 23s de luta sobre o iraniano Ali Malomat.

pequim

Em duelo emocionante, Ana Paula e Larissa garantem a vaga nas oitavas
Dupla supera derrota no primeiro set e vira contra Uryadova e Shiryaeva


Ana Paula comemora a vitória brasileira Foi sofrido, assim como na estréia, mas Ana Paula e Larissa passaram em seu segundo teste nas Olimpíadas de Pequim. Irregular, a dupla superou uma derrota no primeiro set, arrasou as russas Uryadova e Shiryaeva no segundo e suou para fechar o placar em 2 a 1, parciais de 19/21, 21/12 e 15/13 . Com o resultado, as brasileiras garantiram a classificação para as oitavas-de-final das Olimpíadas com uma rodada de antecipação.



A vitória deixa a dupla tranqüila para o último jogo da fase de grupos. As adversárias serão as australianas Barnett e Cook (campeã olímpica em 2000 ao lado de Pottharst), que prometem ser as mais difíceis da chave. O duelo terá início a partir de 1h (de Brasília). Já Uryadova e Shiryaeva encaram as brasileiras naturalizadas Cris e Andrezza, que defendem a Geórgia com os nomes de Saka e Rtvelo, na terça-feira, às 23h.



Russas forçam saque em Ana Paula e largam na frente



O primeiro set começou com um saque errado das russas. Mas a vantagem durou pouco para as brasileiras. As principais virtudes individuais de Ana Paula e Larissa, o bloqueio e a defesa, respectivamente, não apareciam com consistência. Uryadova e Shiryaeva aproveitaram a oportunidade para abrir 5 a 3. A dupla verde-amarela não se deu por vencida. Com um excelente saque de Ana Paula, as atletas conseguiram empatar em 10 a 10.

No entanto, as russas conseguiram três pontos em seqüência e esfriaram as brasileiras. Sentindo a queda, Larissa pediu tempo. As russas forçaram o saque em cima de Ana Paula e aumentaram a diferença para quatro pontos, em 16 a 12. Mas o esforço da cearense foi recompensado, e o Brasil conseguiu encostar no placar. Ana Paula, que não vinha bem, ganhou moral com um ponto de bloqueio e empatou o jogo em 16 a 16. As russas, porém não se abalaram. Alternando bolas diagonais e largadinhas, fecharam em 21 a 19.



Brasileiras se recuperam e dão show

A primeira parcial serviu de aprendizado para as brasileiras, que voltaram com tudo para o jogo no segundo set. Larissa brilhou na recepção e o Brasil passou à frente. Confiante, Ana Paula conseguiu vencer o duelo com Uryadova na rede. Com o jogo em 10 a 6, Shiryaeva fez uma defesa espetacular, e diminuiu a diferença para as russas, mas foi só. Aos poucos, Ana Paula e Larissa se soltaram em quadra, e voltaram a sorrir. As adversárias, em contrapartida, sentiram o bom momento das brasileiras e entregaram a parcial por 21 a 12.



Emoção até o último minuto

Embaladas, as brasileiras abriram 4 a 1 de cara no tie-break. A vitória parecia fácil, mas Ana Paula e Larissa cometeram três erros e as adversárias empataram o confronto. Para sorte das brasileiras, Shiryaeva cometeu seu quarto erro no saque e colocou o Brasil na frente. Ana Paula fez um ace e o time abriu dois pontos de vantagem em 8 a 6. As russas encostaram no marcador, mas o talento e a sorte da dupla verde-amarela falaram mais alto. Com o jogo empatado em 13 a 13, Shiryaeva sacou em cima da linha. O juiz marcou bola fora. Ana Paula não perdeu a oportunidade e bloqueou Uryadova para fechar em 15 a 13.

domingo, 10 de agosto de 2008

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Astros dos EUA atropelam os donos da casa e iniciam caminhada rumo ao ouro
Seleção americana sofre no primeiro tempo, mas deslancha e frustra a apaixonada torcida chinesa, que lotou o ginásio na estréia do basquete

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Agência/Reuters
Sai da frente! LeBron James sobe para cravar No primeiro tempo, esperança para os chineses. No segundo, um banho de realidade, cortesia dos americanos. Os astros dos Estados Unidos levaram um susto no início da partida, mas engrenaram após o intervalo e estrearam nos Jogos de Pequim com uma sonora vitória por 101 a 70 sobre os donos da casa. Os 31 pontos de diferença mostram que os craques da NBA estão realmente dispostos a recuperar a hegemonia do basquete mundial.

Dwyane Wade foi o cestinha americano, com 19 pontos, seguido por LeBron James (18), Kobe Bryant (13) e Dwight Howard (13). Pela China, Yao Ming correspondeu às expectativas e anotou 13 pontos e 10 rebotes. Zhu Fangyu colaborou com 11 pontos.



Yao brinda a torcida com cesta de três



Em seis anos de carreira na NBA, Yao Ming fez apenas uma cesta de três pontos. A segunda, ele reservou para o primeiro lance da seleção chinesa nos Jogos. Com 25 segundos de partida, o gigante acertou a pontaria e levou ao delírio a torcida que lotou o Ginásio Olímpico.

Foi a senha para incendiar a equipe da China. O resultado foi um primeiro quarto equilibrado, marcado pela correria em ambos os lados da quadra e pela vibração constante da torcida. A cada rebote, roubada de bola ou cesta, os chineses entravam em parafuso nas arquibancadas. O ponto alto foi o toco espetacular de Yao no astro Kobe Bryant. Com sete pontos de LeBron James, no entanto, os Estados Unidos conseguiram se manter no jogo.



Agência/Reuters
LeBron e Yao Ming brilharam na estréia Quando deixou a quadra, LeBron passou a adotar seu hábito favorito depois de jogar basquete: roer as unhas. Do banco, enquanto maltratava os próprios dedos, ele viu a seleção americana fechar o primeiro quarto em modestos 20 a 16.

O segundo quarto também começou com uma cesta de três chinesa, desta vez de Zhu Fangyu. Os americanos responderam com uma cravada de costas de Dwyane Wade. Yao tentou outra de três, mas a sorte não estava disposta a lhe sorrir de novo.

A China empatou o jogo em 29 a 29, mas aí os craques da NBA acordaram. Fizeram seis pontos seguidos e forçaram o técnico chinês a pedir tempo. Na volta, mais uma bola de três do time da casa – foram oito certeiras nas 12 primeiras tentativas. Logo depois, uma enterrada impressionante de LeBron arrancou aplausos entusiasmados do presidente do país, George W. Bush, que prossegue na condição de tiete dos atletas. Animados e sob o comando de Wade, os americanos abriram vantagem e fecharam o primeiro tempo em 49 a 37.




Os astros deslancham



No terceiro quarto, a realidade bateu à porta dos chineses. A equipe da casa fez apenas 11 pontos, contra 25 dos visitantes abusados. Com uma defesa forte e contra-ataques velozes, os americanos assumiram de vez o controle do jogo e não olharam mais para trás. Dali em diante, bastou administrar a vantagem. Os chineses perderam a pontaria calibrada da linha dos três e não tiveram mais forças para reagir.



Ainda assim, a torcida reconheceu o esforço. A quase cinco minutos do fim, Yao Ming deixou a quadra sob aplausos entusiasmados. O gigante retribuiu com um gesto para os fãs. Àquela altura, a derrota era o que menos importava. Afinal, o pivô quase ficou fora dos Jogos, com uma grave lesão no pé. A simples presença dele no evento esportivo mais importante da história do país já foi o bastante para empolgar os torcedores. E os americanos, que não têm nada com isso, largaram bem na caminhada rumo ao ouro

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Bernardinho manda o recado: 'Daqui para frente, só decisões'
Técnico minimiza vitória sobre o Egito e diz que Sérvia, próxima adversária, está mordida por causa da derrota para a Rússia na estréia dos Jogos


Bernardinho prevê dificuldades na seqüência Os fáceis 3 a 0 sobre o Egito na estréia da seleção masculina de vôlei nas Olimpíadas não deixaram Bernardinho ou os jogadores iludidos. Eles já sabiam que a primeira partida seria tranqüila demais e falam que o verdadeiro primeiro teste será a partida contra a Sérvia, na terça-feira.



- Passou a ansiedade da estréia e vem a ansiedade da segunda partida. Com todo o respeito ao Egito, eles estão abaixo dos outros. Agora, vamos enfrentar a Sérvia, que perdeu para a Rússia e vem mordida, precisando vencer. Daqui para frente, só decisões - diz Bernardinho.



O técnico brasileiro diz que os primeiros jogos das Olimpíadas mostraram que pelo menos sete equipes estão na briga pelo pódio. E voltou a dizer que a pressão pelo título em Pequim não atrapalha o grupo.



- Se tivéssemos vencido a Liga no Rio, seríamos endeusados, imbatíveis, símbolos sexuais. Perdemos e agora estamos sendo questionados. Mas é normal - diz.



Jogadores admitem nervosismo na estréia
Para o levantador Marcelinho, a vitória foi boa para botar o time em clima de competição.



- Estávamos muito ansiosos na Vila Olímpica. E, mesmo contra o Egito, bate um nervosismo. Só quem joga nas Olimpíadas sabe o que é. Até o ar é diferente - diz.



Dante diz que o time errou muitos contra-ataques e que isso não pode se repetir nas partidas contra os favoritos ao pódio.



- Agora serão quatro jogos muito difíceis. A Sérvia fez jogos impressionantes na Liga, com eficiência impressionante no contra-ataque - alerta.

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Argentina demora a furar o bloqueio australiano, mas vence e se classifica
Gol da vitória é marcado por Di Maria, no fim do segundo tempo


Argentino Messi em ação contra a Austrália A Argentina encontrou dificuldades para superar o bloqueio defensivo da Austrália, mas conseguiu vencer por 1 a 0 e se classificou para a próxima fase do torneio de futebol masculino das Olimpíadas de Pequim. Os hermanos têm seis pontos ganhos em dois jogos. A Austrália segue com apenas um.



Os primeiros 20 minutos da Argentina foram avassaladores. Principalmente por causa do talento de Messi, o melhor jogador no primeiro tempo. Foram dele os lances mais perigosos. Aos sete, após receber de Lavezzi, ele chutou por cima do travessão. E aos 12, fez fila, deixou três adversários no caminho, invadiu a área e chutou para a defesa de Federeci.

Apesar do domínio - os hermanos tiveram outras boas chances de gol -. a bola não entrou. E aos poucos, a Austrália foi saindo um pouco mais para o jogo, dificultando a vida dos argentinos.

Na volta do intervalo, a Argentina pisou no acelerador de novo e perdeu duas chances no mesmo lance. Aos dois, Riquelme chutou de fora da área para a defesa de Federeci. Lavezzi aproveitou o rebote, mas a bola foi em cima do goleiro. O time argentino continuou o segundo tempo inteiro em cima do adversário, que, fechado, pensava no empate. A pressão surtiu efeito aos 31. Jogada linda da argentina pelo lado esquerdo. Depois de tabela entre Riquelme e Messi, a bola sobra para Di Maria, que cruza no pé de Lavezzi. O atacante escora de primeira, tirando do goleiro, para abrir o placar.



Depois do gol, a Austrália tentou se recuperar e avançou suas linhas. Mas a Argentina usou o toque de bola, sua principal característica, para segurar a o jogo e garantir a vantagem.

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Em dia de Ronaldinho Gaúcho, Brasil goleia Nova Zelândia e está classificado
Com dois gols do craque, seleção de Dunga joga bem e vence por 5 a 0

Ronaldinho dá show em Shenyang: lances de efeito e dois gols na vitória brasileira Sem escudo da CBF, as cinco estrelas e a camisa amarela, a seleção brasileira vestiu o uniforme todo azul e apostou no talento de Ronaldinho Gaúcho neste domingo. Deu certo. E muito. O camisa 10 deu show em Shenyang, marcou duas vezes e comandou a equipe na goleada por 5 a 0 sobre a Nova Zelândia, que garantiu a classificação às quartas-de-final do torneio de futebol masculino dos Jogos Olímpicos de Pequim.



Após uma estréia difícil contra a Bélgica (1 a 0), o time de Dunga fez um excelente primeiro tempo e manteve o ritmo no segundo. De quebra, contou com um camisa 10 inspirado por 90 minutos, viu Alexandre Pato desencantar, achou em Marcelo uma boa opção de ataque e mostrou que é forte candidata à inédita medalha de ouro. Além de Ronaldinho, Anderson, que também teve boa atuação, Pato e Rafael Sobis marcaram. Os chineses retribuíam com gritos de "ohhh" a cada jogada de efeito dos craques. Trilha sonora de espetáculo.



Na liderança do Grupo C, a seleção soma seis pontos. A Bélgica, que venceu a China (um), tem três. A Nova Zelândia segue com um. Os belgas ainda têm remotas chances de tirar o primeiro lugar do Brasil. Para isso, têm que vencer os neozelandeses na quarta-feira, torcer por uma derrota brasileira para os chineses e tirar a diferença no saldo de gols (6 a 1 para o Brasil).



O líder da chave vai enfrentar o segundo do Grupo D, que tem Itália, Camarões, Coréia do Sul e Honduras.



. Veja a galeria de fotos com as melhores imagens da partida



Ronaldinho deita e rola em campo



Agência/AP
Ronaldinho e Diego abraçam Anderson, sentado no chão, após o primeiro gol A seleção precisou de apenas dois minutos para abrir o placar, com bela ajuda da zaga neozelandesa. Nelsen tocou para um companheiro na entrada da área, mas Diego foi mais esperto, roubou a bola e tocou para Anderson. O ex-gremista bateu de primeira e o goleiro Spoonley defendeu. No rebote, Anderson teve que tentar mais duas vezes para conseguir colocar a bola para dentro.



O gol deixou o time de Dunga bem mais solto. A fragilidade do rival também ajudava, e Ronaldinho aproveitou para ganhar ritmo de jogo e fazer a festa da torcida com lances bonitos. Marcelo e Diego também se destacaram, sendo boas opções no ataque.



Para compensar a falta de técnica, a Nova Zelândia tentava se fechar na zaga. Em ataques do Brasil, até nove neozelandeses, sem contar o goleiro, ficavam na área. Aos 24, Anderson tentou furar o bloqueio com um chute de longe, mas a bola passou perto.



Aos 33, o segundo gol brasileiro. Ronaldinho deu excelente passe para Marcelo na esquerda, o lateral cruzou, Pato se antecipou bem e tocou, com estilo, de cabeça para fazer 2 a 0.



Na comemoração, o ex-colorado fez o famoso coração com os dedos, procurou uma câmera de TV e dedicou o gol ao pai, Geraldo, já que neste domingo comemora-se os Dias dos Pais.



Cinco minutos depois, a jogada mais bonita do primeiro tempo. Pena que foi anulada, por impedimento. Ronaldinho deu dois dribles desconcertantes pela esquerda, olhou para um lado e tocou para o outro, achando Pato na área. O atacante cruzou e Diego marcou, mas o árbitro, corretamente, deu posição irregular do atacante do Milan. Nas cadeiras, o time feminino dos Estados Unidos aplaudiu muito Ronaldinho.



Quando o segundo tempo começou, elas tiveram mais motivos ainda para saudar o camisa 10. Aos nove, o craque iniciou jogada que terminou em falta em Marcelo. Ronaldinho cobrou direto, rasteiro, a bola passou por todo mundo e entrou: 3 a 0. A garotada comemorou muito o gol com o camisa 10, capitão e jogador mais experiente do time.



Aos 16, o novo craque do Milan deitou e rolou, sempre pela esquerda. Primeiro, trocou passes com Marcelo. Depois, tabelou com Anderson, que devolveu de cabeça, entrou na área e foi derrubado por Sam Jenkins. Pênalti. Ronaldinho cobrou bem, no canto direito de Spoonley, e fez o quarto do Brasil.



Dez minutos depois, Dunga colocou Thiago Neves e Rafael Sobis em campo, tirando Diego e Pato. Um pouco antes, Rafinha deu lugar a Ilsinho. Sobis teve sua chance aos 32, em mais uma de Ronaldinho. O camisa 10 lançou do meio-campo, o atacante do Bétis entrou pela zaga e tocou pelo alto, por cima do gol. Três minutos depois, oportunidade para Thiago Neves, que pegou fraco em chute de fora da área, para defesa do goleiro. Aos 47, Sobis fez o seu, aproveitando passe dentro da área e tocando na saída de Spoonley: 5 a 0, fecharam-se as cortinas.



BRASIL MUNDIAL FC: Ronaldinho brilha, para alegria do Milan. Comente





Ficha técnica:


BRASIL 5 x 0 NOVA ZELÂNDIA
Renan; Rafinha (Ilsinho), Breno, Alex Silva e Marcelo; Lucas, Hernanes, Anderson e Diego (Thiago Neves); Ronaldinho Gaúcho e Alexandre Pato (Rafael Sobis). Jacob Spoonley; Aaron Scott (Daneil Ellensohn), Ian Hogg, Ryan Nelsen, Michael Boxall; Cole Peverley, Simon Elliott, Craig Henderson, Jeremy Brockie, Shaun Van Rooyen (Greg Draper); e Chris Killen (Sam Jenkins).
Técnico: Dunga. Técnico: Stu Jacobs.
Gols: Anderson, aos 3 do primeiro tempo; Alexandre Pato, aos 33 do primeiro tempo; Ronaldinho Gaúcho, aos 9 e aos 16 do segundo tempo; Rafael Sobis, aos 47 do segundo tempo
Cartões amarelos: Jeremy Brockie, Sam Jenkins (NZL)
Estádio: Shenyang, China. Data: 10/08/2008. Árbitro: Stephane Lannoy (FRA). Auxiliares: Eric Dansault (FRA) e Frederic Cano (FRA).

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Brasil consegue feito inédito e garante vaga na final por equipes em Pequim
Jade vai às decisões no salto e no individual geral. Daiane brilha no solo




Independentemente de medalhas, a seleção feminina de ginástica artística pode se orgulhar de fazer história em Pequim. Pela primeira fez, o time se classificou para a final por equipes. A estreante Jade Barbosa fez bonito e se garantiu em duas decisões: individual geral e salto. Ana Cláudia Silva também vai brigar por uma medalha na disputa com todos os aparelhos. Daiane dos Santos, por sua vez, terá a chance de exorcizar o fantasma de Atenas-2004 com uma nova participação na final do solo.




Meninas da seleção brasileira comemoram classificação inédita para a final olímpica por equipes


A final por equipes será realizada na próxima terça-feira, às 23h15m (horário de Brasília). Na sexta-feira, Jade e Ana Cláudia disputam o individual geral. A primeira e Daiane dos Santos competem no salto e no solo, respectivamente, no próximo domingo, assim como Diego Hypolito, classificado para a decisão no solo.



Clique aqui e confira a galeria de fotos com as meninas da ginástica em Pequim!



O time formado por Ana Cláudia Silva, Daiane dos Santos, Daniele Hypolito, Ethiene Franco, Jade Barbosa e Laís Souza somou 233.800 pontos e ficou no sétimo lugar entre as oito classificadas. Daiane surpreendeu e foi a quinta melhor do dia no solo. Jade, por sua vez, foi a sétima no salto e 12ª colocada na disputa individual geral. Ana Cláudia ficou na 28ª colocação, mas conseguiu a vaga entre as 24 classificadas graças ao critério que não permite a participação de mais de duas ginastas de um mesmo país nas finais.



Ao som de "Brasileirinho", Daiane arranca aplausos da torcida

A seleção brasileira começou pelo solo sua participação na fase classificatória. Após sofrer com as lesões em 2007, Daiane dos Santos mostrou que ainda continua reinando no aparelho.



Agência/AP
Daiane dos Santos arrancou aplausos da platéia De volta à música que a consagrou, "Brasileirinho", a gaúcha arrancou aplausos da platéia com sua impulsão e conseguiu a nota 15.275, garantindo seu lugar na final do aparelho pela segunda vez consecutiva nos Jogos (em 2004, favorita ao ouro, a ginasta decepcionou ao ficar em quinto lugar).



Jade, que também buscava uma vaga na decisão, não mostrou o temido nervosismo em sua estréia nas Olimpíadas, mas pecou na execução de sua série e não conseguiu se classificar com a nota 14.900. Ainda assim, somou pontos importantes para a equipe, assim como Ana Cláudia Silva e Ethiene Franco.



No salto, o time verde-amarelo conseguiu seu melhor desempenho. O destaque foi Jade Barbosa, que pisou fora da linha em seu primeiro salto, mas conseguiu a nota 15.100 (que contou para a equipe). Na segunda apresentação, a ginasta somou 15.000 pontos. Com a média entre os dois, 15.050, garantiu o sétimo lugar do dia e se classificou para a final.



Susto e suspense até o fim



Em seguida, a equipe partiu para as barras paralelas, onde levou um susto: Ana Cláudia Silva, que lutava por uma vaga na decisão individual geral, machucou as mãos e não conseguiu terminar sua série, caindo na hora da aterrissagem. Mesmo assim, a ginasta conseguiu somar 14.550 pontos. A nota mais alta do aparelho foi de Jade, 14.800.



Agência/Reuters
Jade não mostrou seu temido nervosismo ao estrear em Jogos Olímpicos Em quinto lugar, a equipe só precisava de um desempenho mediano na trave. No entanto, o suspense durou até os últimos minutos. Segunda a se apresentar, Laís caiu quando se preparava para encerrar sua série. Especialista no aparelho, Daniele Hypolito mostrou boa série, mas caiu ao tentar uma pirueta. A atleta de 23 anos, que provavelmente se despedirá dos Jogos após Pequim, não conteve as lágrimas por suas falhas.



Jade também chorou, pela primeira vez na estréia, após cair logo em sua entrada no aparelho. Com uma boa seqüência, ainda conseguiu a nota 14.700. As quedas aumentaram as expectativas sobre a classificação final do time. O suspense, no entanto, durou apenas alguns minutos. Com o sétimo lugar geral e a vaga garantida na final olímpica, elas voltam a competir na terça-feira para continuar fazendo história em Pequim.

sábado, 9 de agosto de 2008

inter




FOTO: Painel em referência ao mundial
Peça está próxima a estrada que dá acesso para Canoas na BR-116


A maior conquista do Inter está estampada em um painel na freeway. A peça em dupla face foi instalada próximo à entrada da BR-116 que dá acesso para Canoas. O espaço ostenta o título de Campeão Mundial FIFA exibindo a imagem da taça da competição. A empresa fornecedora de material esportivo do clube é apoiadora desta ação.

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Recuperação física é a explicação de Tite para a saída de Sorondo
Zagueirão uruguaio foi mal contra o Cruzeiro e agora perde vaga para Bolívar, que estréia contra o Figueirense


Sorondo: barrado por questões físicas Desde que o Internacional contratou Sorondo, no ano passado, o time entrou em uma rotina: quando ele saía, a zaga entrava em parafuso; quando voltava, o rendimento automaticamente crescia. Com base em atuações segurar, o uruguaio ganhou a confiança dos torcedores. Passou a ter status de titular absoluto. Mas tudo parece ter mudado depois do jogo contra o Cruzeiro. Sorondo foi mal, fez um gol contra e agora perde lugar no time para a partida diante do Figueirense, às 18h10m (de Brasília) do domingo, no Beira-Rio. O técnico Tite argumenta que a saída do jogador é por questões físicas. Após nova lesão, ele precisa readquirir a melhor condição, segundo o treinador. O jogador diz que está bem.

- Ao torcedor do Inter, digo que a gente procura vencer sempre, mas não ao ponto de estourar um jogador, como é o caso do Sorondo - diz Tite.

Sem o uruguaio, é a vez de o zagueiro Bolívar, campeão da Libertadores em 2006 pelo time colorado, reestrear pelo Inter. Ele esteve relacionado nos dois últimos jogos, mas ficou no banco.

O Inter encara o Figueira com Clemer, Wellington Monteiro, Índio, Bolívar e Marcão; Edinho, Guiñazu, Rosinei e Taison; Daniel Carvalho e Nilmar.

inter

D'Alessandro não perde a chance de provocar o Grêmio
Argentino do Inter volta a dizer que não vestirá nada azul e, ao encerrar entrevista, despede-se "somente dos colorados"

D'Alessandro no treinamento do Internacional Andrés D'Alessandro foi moldado na medida certa para apimentar a rivalidade Gre-Nal. O argentino do Inter sequer foi a campo com a camisa colorada, mas já descarrega provocações ao Grêmio - todas amistosas, bem-humoradas, sem agressões. Neste domingo, a Rádio Gaúcha veiculou entrevista de Paulo Roberto Falcão com o meia colorado. E ele voltou a dizer o que havia referido em sua apresentação: não vestirá nada azul.

- Quando fiz minha apresentação, disse que não colocaria nada azul. Foi a primeira coisa que me falaram quando cheguei em Porto Alegre. Tirei toda a roupa azul - diz o jogador.

E o curioso é que o meia deve estrear justamente em um Gre-Nal. O Inter corre contra o tempo para ter o atleta regularizado na segunda-feira e, assim, poder inscrevê-lo na Sul-Americana, que começa para os gaúchos com clássico na quarta-feira, no Beira-Rio. Ele se mostra animado com a idéia de encarar o rival.

- Quando cheguei aqui, percebi que existe uma loucura pelo Inter. Tudo que me diziam era Gre-Nal, Gre-Nal, Gre-Nal... Para mim, o importante no clássico é vencer. Se puder jogar bem, melhor, mas o importante mesmo é vencer. Não me importo em ir mal, desde que o time vença.

Em sua última manifestação na entrevista a Falcão, D'Alessandro voltou a provocar o Grêmio. Ou melhor, preferiu ignorá-lo.

- Minhas saudações aos colorados. Somente aos colorados...

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Geórgia tem quatro atletas brasileiros na sua delegação
País ameaça sair dos Jogos Olímpicos por causa do conflito com a Rússia em uma região separatista


Gerogianos no desfile de abertura dos Jogos A delegação da Geórgia, que ameaça deixar os Jogos Olímpicos de Pequim, tem 40 atletas, entre eles quatro brasileiros, Jorge Terceiro e Renato Gomes (ou Geor e Gia, como são chamados) e Cris e Andrezza (ou Saka e Rtvelo), os quatro no vôlei de praia. O anúncio da possível retirada foi feito neste sábado pelo presidente Mikhail Saakashvili, que mobilizou 100 mil reservistas entre 24 e 45 anos, entre eles alguns dos atletas que estão na China. O país vive um conflito contra a Rússia na Ossétia do Sul, região separatista georgiana pró-russa.

A Geórgia têm atletas que podem brigar por medalha nos Jogos, como Nestor Khergiani, do judô, e Ramaz Nozadze, da luta greco-romana, que conquistaram a prata em Atenas 2004. Antes dos Jogos, Saakashvili prometera cerca de € 500 mil (R$ 1,2 milhão) aos atletas que conseguissem uma medalha de ouro





Confira a lista completa da delegação:


1 - Khatuna NARIMANIDZE
2 - Kristine ESEBUA
3 - David ILARIANI
4 - Mariami KEVKHISHVILI-MACHAVARIANI
5 - Jorge TERCEIRO
6 - Renato GOMES
7 - Andrezza CHAGAS
8 - Cristine SANTANNA
9 - David TSIKLAURI
10 - Giorgi NAKANI
11 - Kakhaber JVANIA
12 - Koba PKHAKADZE
13 - Levan GHVAMICHAVA
14 - Nikoloz IZORIA
15 - Zaal KVACHATADZE
16 - Ilia GIORGADZE
17 - Luba GOLOVINA
18 - David KEVKHISHVILI
19 - Irakli TSIREKIDZE
20 - Lasha GUJEJIANI
21 - Levan ZHORZHOLIANI
22 - Nestor KHERGIANI
23 - Saba GAVASHELISHVILI
24 - Zaza KEDELASHVILI
25 - Nino SALUKVADZE
26 - Irakli REVISHVILI
27 - Ann SALNIKOVA
28 - Albert KUZILOV
29 - Arsen KASABIEV
30 - Rauli TSIREKIDZE
31 - Badri KHASAIA
32 - Besarion GOCHASHVILI
33 - David BEDINADZE
34 - Gela SAGHIRASHVILI
35 - George GOGSHELIDZE
36 - Lasha GOGITADZE
37 - Manuchar KVIRKELIA
38 - Otar TUSHISHVILI
39 - Ramaz NOZADZE
40 - Revazi MINDORASHVILI

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Resumo verde-amarelo: Dos leões de Diego à decepção com a bola laranja
Ótimo na ginástica e péssimo no basquete, sábado brasileiro teve superação na areia, confirmação na piscina e gol de Marta no campo


Rumo ao ouro: o ginasta Diego Hypolito liderou a prova de classificação no solo e garantiu vaga na final
A noite de sábado caiu em Pequim e, com ela, os brasileiros viram o melhor e o pior do dia, quase ao mesmo tempo. Enquanto Diego Hypolito festejava a liderança na fase de classificação e a vaga na final do solo, as meninas do basquete caíam diante da limitada Coréia do Sul. Além do nosso sopro inicial de otimismo nas Olimpíadas e da primeira decepção verde-amarela na China, muita coisa aconteceu com o Brasil num sábado movimentado.




Mico olímpico Musa do dia Dragão Chinês A vaca Beijing, Beijing, Tchau, Tchau


Quando encerrou seu último movimento no solo, Diego abriu o sorriso. Era o primeiro passo na caminhada rumo ao ouro, confirmado com a pontuação de 15.950. Antes disso, o ginasta só “esquentou” no salto. Fez apenas uma tentativa, para quebrar a tensão da estréia, abdicou da segunda e ficou fora da final. Tudo bem, já era previsto. E o otimismo falou alto:



- Que venham os leões - bradou o ginasta, pronto para a briga.





Agência/Reuters
Micaela sofreu um bocado na mão das coreanas E o basquete... bem...



Enquanto Diego ensaiava para a glória no Ginásio Nacional, o basquete brasileiro seguia sua sina. A estréia contra as sul-coreanas foi um festival de erros. Vinte e oito, para ser mais específico, contra apenas 12 das rivais. Mesmo diante de um adversário mais fraco, o time de Paulo Bassul decepcionou e perdeu na prorrogação.



- Um time que erra 28 passes não pode querer vencer - desabafou o técnico, que tem pela frente na segunda-feira a Austrália, simplesmente a atual campeã do mundo.

Tudo bem que a seleção de basquete chegou a Pequim desfalcada, mas teve gente superando problemas ainda mais graves – e vencendo. É o caso da novíssima dupla do vôlei de praia, formada por Larissa e Ana Paula após o corte de Juliana. Passando por cima do cansaço e da falta de entrosamento, a parceria estreou com vitória sobre as também brasileiras Cris e Andrezza, que competem pela Geórgia com os nomes de Saka e Rtvelo. Bem longe dali, Juliana recebia aplausos e chorava no desembarque no Rio de Janeiro.



Agência/Reuters
O vôlei de praia masculino estreou com vitória No masculino, mais uma vitória brasileira – e esta era esperada. Ricardo e Emanuel não tiveram pena dos quarentões angolanos Fernandes e Morais. Após a vitória, Emanuel agradeceu no melhor estilo oriental, com a saudação “Namastê”, ou seja, “O divino em mim saúda o divino em você”. Profundo.

Quem também não teve problemas na estréia foi o vôlei de quadra feminino. Azar da Argélia, que não conseguiu passar dos 11 pontos em nenhum set contra as meninas do Zé.



Agência/Reuters
Thiago Pereira foi à final dos 400m medley Águas calmas



Da quadra para a piscina, dois bons resultados para o Brasil. Thiago Pereira conseguiu o oitavo tempo nos 400 medley. Nada comparável ao show de Michael Phelps, mas foi o bastante para garantir o lugar na final. No feminino, Joanna Maranhão ficou fora da final, mas Gabriela Silva surpreendeu e avançou nos 100m borboleta.

O handebol feminino não resistiu à Alemanha e perdeu por 24 a 22. Com a bola nos pés, contudo, a história foi diferente. Afinal, as alemãs não estavam mais pelo caminho. Melhor para Marta, que desencantou e fez um dos gols brasileiros na vitória sobre a Coréia do Norte, por 2 a 1. Tudo sob os olhares atentos de Ronaldinho Gaúcho, que foi ao estádio para ver a partida. Tomara que sirva de inspiração para o time masculino, que encara a Nova Zelândia na manhã de domingo. Mas aí será outro dia.

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Michael Phelps diz que não esperava bater o recorde olímpico no primeiro dia
Americano vai disputar a final dos 400m medley neste sábado





Michael Phelps: aquecimento com recorde O nadador americano Michael Phelps afirmou que não esperava bater seu próprio recorde olímpico nos 400m medley já nas eliminatórias da prova nas Olimpíadas de Pequim. Ele fez 4m07s82 neste sábado e mostrou que está disposto a igualar a marca do também americano Mark Spitz, que conseguiu sete ouros nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972.



- Estou muito satisfeito com o tempo. Não pensava que nadaria tão rápido nas eliminatórias. Agora tudo o que sei é que amanhã (sábado à noite) quero estar na raia do centro – diz.



A final dos 400m medley será na noite deste sábado. Em Pequim, Phelps disputará ainda os 200m medley, 200m livre, 100m e 200m borboleta e os revezamentos 4x100m medley, 4x100m livre e 4x200m livre.

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China surpreende a Espanha em zebra no basquete feminino
Em partida de alto nível técnico, espanhola de 18 anos marca 18 pontos

Chen Nan e Pascua disputam a bola na partida entre China e Espanha A China começou a sua participação no torneio de basquete feminino dos Jogos de Pequim já mostrando que quer fazer uma grande participação atuando em casa. Vencer a Espanha, quinta do ranking mundial, por 67 x 64 foi uma grande zebra neste primeiro dia de competição do Grupo B, que conta também com Estados Unidos e República Tcheca, além das fracas Mali e Nova Zelândia, que se enfrentaram mais cedo.

As asiáticas mostraram um melhor volume de jogo, maior domínio dos rebotes, pegando 48 bolas, principalmente no ataque e bom acerto nas cestas de três, acertando cinco, enquanto as européias tentaram 26 arremessos, errando 20. As duas equipes mostraram bastante nervosismo em vários momentos, mas a partida foi de alto nível técnico dos dois lados.

A China abriu 9 a 0 em três minutos e depois de forma espetacular, a Espanha conseguiu entrar na partida e empatar em 13 x 13. Faltando cinco segundos para o final, Valdemoro perdeu a bola no meio da quadra e a China fechou em 18 x 15.

A Espanha parou no começo do segundo quarto e em seis minutos marcou apenas quatro pontos, enquanto as chinesas deslancharam, marcando 32 a 19. Com a sexta bola de três na partida, a China fechou o segundo quarto por 37 a 24.

No terceiro quarto a China continuou mostrando seu melhor basquetebol e a Espanha empacou, chegando a ficar quatro minutos sem marcar, perdendo por 52 x 44. O último período começou com Song mostrando seu cartão de visitas numa bonita cesta de três pontos para as chinesas. Dominando os rebotes, principalmente no ataque, com 48 bolas, a China continuou dominando a partida, apesar de a Espanha ter decidido tentar o tudo ou nada faltando apenas quatro minutos para o final do jogo.



Empurradas e lideradas pela jovem Alba Torrens, de 1,95m, com 18 pontos, cestinha da partida as espanholas partiram para cima, mas cometeram pequenos erros no final da partida, perdendo por 67 x 64.

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Austrália abre o basquete feminino com vitória tranqüila em cima da Bielorrússia
Time de Lauren Jackson está no Grupo A, mesmo das meninas do Brasil


Suzy Batkovic marcou 14 pontos e pegou 12 rebotes, terminando o jogo com um duplo-duplo Sólida na defesa e no ataque, a Austrália abriu com vitória o torneio de basquete feminino das Olimpíadas de Pequim. Com 18 pontos da pivô Lauren Jackson, cestinha do jogo, as favoritas derrotaram a Bielorrússia por 83 a 64, nesta sexta-feira.

Jackson foi o destaque do jogo. Além dos 18 pontos, ela pegou dez rebotes e saiu de quadra com um duplo-duplo (dois dígitos em dois fundamentos). Outras boas atuações da Austrália vieram das alas Penny Taylor (14 pontos), Suzy Batkovic (14 pontos e 12 rebotes) e Laura Summerton (12 pontos), todas com mais de dez pontos anotados.

Pela Bielorrússia, apenas quatro atletas chegaram aos dígitos duplos em pontos: as pivôs Anastasiya Verameyenka (10) e Yelena Leuchanka (13) e as alas Tatyana Troina (13) e Katsiaryna Snytsina (11).

A vitória deixa a Austrália provisoriamente na liderança do Grupo A, o mesmo do Brasil, que estréia ainda nesta sexta contra a Coréia. Rússia e Letônia, que se enfrentam no último jogo da rodada, completam a chave.

A partida

A Austrália começou melhor e, aos poucos, conseguiu abrir vantagem. Melhores na defesa, Lauren Jackson e companhia fechavam bem o garrafão e forçavam as rivais a tentar tiros da linha de três. A Bielorrússia, porém, não aproveitava as oportunidades. Nos dois primeiros quartos, não converteu nenhuma das dez tentativas de fora. As australianas, por sua vez, mexiam bem a bola e sempre encontravam alguma jogadora bem colocada.

Ao fim do primeiro período, o placar mostrava 19 a 12 para a Austrália. A vantagem aumentou no quarto seguinte, e os times foram para o vestiário com o time de Lauren Jackson à frente por 44 a 28.

As européias voltaram jogando melhor e diminuíram a diferença para oito pontos na primeira metade do terceiro quarto. A reação, no entanto, durou pouco. Lauren Jackson carregou o time e marcou nove pontos no período, restabelecendo o domínio australiano.

Marcando melhor e contra-atacando com eficiência, a Austrália começou o quarto decisivo marcando 11 pontos contra apenas um da Bielorrússia. A vantagem subiu para 25 pontos (76 a 51), e as européias não conseguiram mais ameaçar.

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Brasil abusa dos erros e tomba diante das coreanas em estréia decepcionante
Equipe de Paulo Bassul comete inúmeros desperdícios de bola, perde na prorrogação e se complica em Pequim. Próximo desafio é contra a Austrália
O Brasil de Êga esbarrou nas coreanas A seleção brasileira feminina de basquete sofreu um bocado para chegar a Pequim. E continuou sofrendo na estréia olímpica. A equipe do técnico Paulo Bassul abusou do direito de cometer erros e perdeu por 68 a 62, na prorrogação, para a Coréia do Sul. O fracasso diante de um adversário mais fraco complica a situação verde-amarela na classificação do grupo A. O próximo desafio é bem mais indigesto que o da estréia. Na segunda-feira, às 11h15m, o time pega a Austrália, atual campeã do mundo.



Yeonha Beon e Younah Choi, com 19 pontos cada, aproveitaram a fragilidade da defesa brasileira, que não se encontrou em nenhum momento do jogo. A cestinha brasileira foi a pivô Kelly, com 13 pontos, seguida por Micaela, Chuca e Adrianinha, com 10 cada. O Brasil acertou seis de 22 chutes de três.



Para as coreanas, o resultado foi vingança servida fria, oito anos depois. Em Sydney-2000, elas tinham perdido para o Brasil, também na prorrogação, na disputa da medalha de bronze.



Desta vez, a equipe verde-amarela entregou o ouro ao cometer incríveis 29 desperdícios de bola, contra apenas 12 das rivais asiáticas.



Agência/EFE
Franciele foi uma das poucas que se salvaram na estréia, com 12 rebotes na partida Mamá entra como titular



A ala-pivô Mamá foi a surpresa no quinteto titular do Brasil, no lugar de Kelly. Ela iniciou a partida ao lado de Êga, Micaela, Karla e Claudinha. A Coréia saiu na frente, e o Brasil só conseguiu sua primeira cesta após quase dois minutos, com uma bandeja de Micaela. A ala, aliás, fez oito dos primeiros 11 pontos da seleção. A defesa pecava na marcação perto da linha de três, mas a pontaria das coreanas não estava calibrada.

Ainda no primeiro quarto, Bassul cumpriu a promessa de colocar duas armadoras de ofício ao mesmo tempo na quadra: Claudinha e Adrianinha fizeram o passe melhorar, e o Brasil abriu 14 a 11. Êga, no entanto, fez sua segunda falta. As coreanas responderam com uma cesta, e o primeiro quarto terminou com vantagem de 14 a 13 para as brasileiras.



Coreanas assumem a liderança



No início do segundo quarto, o placar continuou equilibrado, mas a seleção verde-amarela cometeu muitos erros, e a Coréia conseguiu passar à frente. Comandada por Beon e Jung, a equipe asiática apertou a defesa e jogou um basquete físico em alguns momentos. Jung foi ao chão após um choque com Micaela, mas voltou à quadra após ser atendida no banco.



Agência/Reuters
Micaela sofreu para superar a marcação rival Ao fim do primeiro tempo, o Brasil segurou a vantagem de dois pontos e foi para o vestiário com 28 a 26 no placar. A equipe, no entanto, pecava muito nos tiros de três, com apenas um acerto em oito tentativas.

O equilíbrio dos dois primeiros quartos se manteve no terceiro, com muitos erros de ambos os lados. Bassul tentou colocar algumas reservas em quadra, mas não conseguiu deslanchar no placar. Na virada para o quarto período, a equipe brasileira segurou a liderança em 43 a 41.



Desfecho emocionante


Micaela e Chuca voltaram animadas, e o Brasil chegou a abrir sete pontos. A Coréia voltou a equilibrar a partida, mas Karla acertou uma bola de longe a três minutos do fim, abrindo seis pontos. Quem esperava um desfecho tranqüilo teve mais uma decepção. As coreanas reagiram e empataram com dois lances livres de Younah Choi, com apenas 21 segundos no relógio.Claudinha bateu para dentro e conseguiu fazer um passe para Micaela na lateral. A ala arremessou, mas a bola quicou no aro e saiu. Ao fim do quarto período, 55 a 55.



Na prorrogação, o Brasil perdeu o controle. Mais calmas, as coreanas dominaram o placar e fecharam a partida sem dificuldade.

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Em ritmo de treino, Ricardo e Emanuel garantem vitória na estréia em Pequim
Atual campeã olímpica, dupla arrasa 'quarentões' na Arena de Chaoyang


Após a vitória, Emanuel agradece apoio da torcida chinesa com saudação 'Namastê' Atuais campeões olímpicos, os brasileiros Ricardo e Emanuel começaram com o pé direito a luta pelo bi nos Jogos de Pequim. A dupla teve uma estréia de sonho na competição: diante dos fracos angolanos 'quarentões' Fernandes e Morais, de 41 e 40 anos, respectivamente, garantiu uma vitória fácil por 21/8 e 21/13 e ganhou moral para seguir na disputa.



Após a vitória, Emanuel mostrou que está totalmente no clima dos Jogos de Pequim: cumprimentou a torcida com a saudação “Namastê”, utilizada pelos orientais para agradecer os momentos vividos, que significa “O divino em mim saúda o divino em você”.



A partida serviu como preparação para um confronto que promete ser bem mais difícil para Ricardo e Emanuel, que estão no grupo C da competição. Na próxima segunda-feira, dia 11, às 2h (horário de Brasília), os atletas encaram os brasileiros naturalizados Renatão e Jorge, que competem pela Geórgia com os nomes de Geor e Gia. Já os angolanos enfrentam os australianos Schacht e Slack no mesmo dia.



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Calor é maior adversário de brasileiros



Agência/Reuters
Ricardo desvia bloqueio de Morais na vitória fácil contra os angolanos em Pequim Conscientes de seu favoritismo, Ricardo e Emanuel entraram em quadra pregando o respeito aos adversários, que enfrentaram pela primeira vez. No entanto, os angolanos, que ocupam a 68ª posição do ranking mundial, foram presas fáceis diante dos brasileiros, que capricharam nos saques potentes e no volume de jogo para dar show em quadra e abrir oito pontos de vantagem (11 a 3) . Diante de rivais que não conseguiam reagir, Ricardo e Emanuel tinham o forte calor na Arena de Chaoyang como o seu maior adversário. Apesar do cansaço, a dupla não teve problemas para vencer por 21 a 8.

O triunfo fácil no primeiro set não tirou a determinação dos brasileiros na parcial seguinte. Os saques fortes, especialmente de Emanuel, foram a principal arma da parceria, que não tardou a abrir 10 a 4. Com o jogo em ritmo de treino, os angolanos diminuíram a diferença para quatro pontos e chegaram a se animar. A alegria, porém, durou pouco, já que Ricardo e Emanuel administraram o placar tranqüilamente até fecharem o set por 21 a 13 com uma bomba de Emanuel

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Norueguês quebra recorde olímpico nos 100m peito, e brasileiros são eliminados
Alexander Dale Oen supera marca do americano Brendan Hansen

O norueguês Alexander Dale Oen quebrou, neste sábado, o recorde olímpico dos 100m peito. Ele fez 59s41 nas eliminatórias dos Jogos de Pequim, superando a marca de 1m00s01 estabelecida pelo americano Brendan Hansen em Atenas-2004. Na noite deste sábado, Alexander vai disputar as semifinais e a final da prova. Os brasileiros Felipe Silva e Felipe Barbosa não conseguiram se classificar.



O recorde dos 100m peito foi o segundo quebrado no Cubo d’ Água. Mais cedo, o americano Michael Phelps estabeleceu a nova marca nos 400m medley.

Prata em Atenas-2004 e detentor do recorde mundial (59s13), Hansen fez apenas o décimo melhor tempo neste sábado.

Os brasileiros passaram longe da zona classificatória. Felipe fez 1m01s04, e terminou em 22º. Henrique ficou logo atrás, em 23º, com 1m01s11.



Classificados para as semifinais:



1 Alexander Dale Oen NOR 23 59.41
2 Kosuke Kitajima JAP 59.52
3 Hugues Duboscq FRA 59.67
4 Brenton Rickard AUS 59.89
5 Cameron van der Burgh AFS 59s96
6 Giedrius Titenis LIT 1m00s
7 Roman Sludnov RUS 1m00
8 Igor Borysik UCR 1m00s
9 Damir Dugonjic ESL 1m00s35
10 Christian Sprenger AUS 1m00s36
10 Brendan Hansen EUA 1m00s36
12 Oleg Lisogor UCR 1m00s65
13 Yuta Suenaga JAP 1m00s67
14 Mihail Alexandrov BUL 1m00s69
15 Christopher Cook GBR 1m00s70
16 Mark Gangloff EUA 1m00s71

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Sem vaga na final, 4x100m livre feminino bate recorde sul-americano
Brasileiras melhoram tempo, mas não conseguem avançar na disputa

As nadadoras brasileiras bateram o recorde sul-americano do 4x100m livre neste sábado, mas não conseguiram se classificar para a final da prova. Tatiana Lemos, Flávia Delaroli, Michele Lenhardt e Monique Ferreira terminaram em décimo terceiro lugar na classificação geral das eliminatórias com o tempo de 3m42s85. A marca anterior era de 3m43s16 conquistada pelas mesmas nadadoras.

- Cada Jogos Olímpicos é uma emoção diferente. Foi muito bom ter batido o recorde sul-americano. Só de estar aqui já é uma vitória – disse Flávia Delaroli, que esteve em Atenas, em entrevista à SporTV.

A equipe chinesa foi a vencedora da bateria com o tempo de 3m36s78.



Confira as equipes classificadas para a final!



1) CHI - 3m36s78
2) ALE - 3m37s52
3) EUA - 3m37s53
4) HOL - 3m37s61
5) FRA - 3m37s76
6) AUS - 3m37s81
7) CAN - 3m38s82
8) GBR - 3m39s18

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Joanna Maranhão vence bateria, mas não se classifica para final dos 400m medley
Brasileira faz o décimo sétimo melhor tempo das eliminatórias


Joanna vence sua bateria dos 400m medley A nadadora brasileira Joanna Maranhão venceu sua bateria, mas não conseguiu se classificar para a final dos 400m medley. Com o tempo de 4m40s18, Joanna terminou em décimo sétimo das eliminatórias, realizadas neste sábado, no Cubo d'Água.

Joanna dominou a prova até o nado peito, quando foi ultrapassada pela norueguesa Sara Nordenstam. No entanto, nos últimos 50m, a brasileira apertou as braçadas e conseguiu recuperar a posição.



- Eu precisava ver esse tempo no placar de novo. Meu objetivo era conseguir me superar, fazer um tempo bom - disse Joanna em entrevista à SporTV, referindo-se a marca conquistada em Atenas (4m40s00) e que ela não conseguia chegar perto desde 2004.



Joanna ainda vai disputar em Pequim as provas de 200m medley e 200m borboleta.



A final dos 400m medley será realizada ainda neste sábado, às 23h42m (horário de Brasília).



Confira aqui as nadadoras classificadas para a final!



1) Elizabeth Beisel (EUA) 4m34s55
2) Katie Hoff (EUA) 4m34s63
3) Alessia Filippi (ITA) 4m35s11
3) Stephanie Rice (AUS) 4m35s11
5) Yana Martynova (RUS) 4m36s25
6) LI Xuanxu (CHI) 4m36s35
7) Kirsty Coventry (ZIM) 4m36s43
8) Hannah Miley (GBR) 4m36s56

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Gabriella Silva se classifica para as semifinais dos 100m borboleta
Nadadora brasileira surpreende e faz quinto melhor tempo das eliminatórias


Gabriella Silva fez o quinto melhor tempo A nadadora brasileira Gabriella Silva surpreendeu na manhã deste sábado ao conquistar o quinto melhor tempo das eliminatórias dos 100m borboleta, no Cubo d’Água. Gabriella terminou em segundo em sua bateria com o tempo de 58s e se classificou para as semifinais da modalidade.



- Eu fiquei muito feliz por ter conseguido não ficar muito nervosa antes da prova. Agora eu quero melhorar meu tempo nas semis, nadar para 57s - diz a nadadora carioca em entrevista à SporTV.

A também brasileira Daynara de Paula não foi tão bem e não conseguiu se classificar para as semifinais da prova. Daynara terminou apenas em oitavo de sua bateria com o tempo de 59s45.



As duas baterias das semifinais serão realizadas ainda neste sábado, às 23h13 (horário de Brasília).





Confira aqui as nadadoras classificadas para as semifinais!



1) Jessicah Schipper (AUS) 57s58

2) Christine Magnuson (EUA) 57s70
3) Zhou Yafei (CHI) 57s70
4) Li Tao (CIN) 57s77
5) Gabriella Silva (BRA) 58s00 6) Elaine Breeden (EUA) 58s06
7) Ilaria Bianchi (ITA) 58s12
8) Lize-Mari Retief (AFS) 58s20
9) Inge Dekker (HOL) 58s22
10) Aurore Mongel (FRA) 58s30
11) Natalia Sutyagina (RUS) 58s32
12) Libby Trickett (AUS) 58s37
13) Eszter Dara (HUN) 58s39
14) Alena Popchanka (FRA) 58s40
15) Jeanette Ottesen (DIN) 58s44
16) Jemma Lowe (GBR) 58s49

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Brasileiros naturalizados georgianos são derrotados por australianos na estréia
Renatão e Jorge caem diante de Schacht e Slack na Arena de Chaoyang



Se Ricardo e Emanuel tiveram uma estréia tranqüila nos Jogos de Pequim, não se pode dizer o mesmo de Renatão e Jorge, brasileiros naturalizados que defendem a Geórgia com os nomes de Geor e Gia. A dupla, que é a próxima adversária dos campeões olímpicos na competição, foi derrotada pelos australianos Schacht e Slack por 21/17 e 21/19 em seu primeiro desafio na competição.

Agora, Renatão e Jorge se preparam para encarar Ricardo e Emanuel na próxima segunda-feira, dia 11, às 2h (de Brasília). No dia anterior, às 23h, Schacht e Slack enfrentam os angolanos Fernandes e Morais.



No torneio olímpico de vôlei de praia, avançam às oitavas-de-final os dois primeiros colocados de cada um dos seis grupos, assim como os dois melhores terceiros colocados. As outras quatro duplas que ficarem com o terceiro lugar se enfrentam pelas duas vagas restantes.

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Diego Hypolito reluta, mas segue o seu planejamento e fica fora da final do salto
Ginasta se apresenta apenas uma vez, como 'aquecimento' para o solo

Assim como planejou, Diego Hypolito competiu no salto sobre o cavalo apenas para “quebrar o gelo” antes da prova na qual é favorito ao ouro, o solo. O ginasta teve uma boa atuação em seu salto, com a nota 16.100, mas desistiu de fazer sua segunda série, encerrando suas chances de ir à final do aparelho.

Antes do aquecimento, Diego chegou a pedir ao técnico Renato Araújo para fazer os dois saltos, mas não foi possível, uma vez que a desistência já estava planejada. Caso tivesse continuado, o ginasta teria chances de chegar à final. Quando executou a série, o adversário com melhor resultado no aparelho, o polonês Leszek Blanik, havia conseguido 16.587 pontos.



Apesar do “gostinho de quero mais”, o ginasta saiu satisfeito e sorridente após sua apresentação.

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Alemanha sofre, mas bate a Nigéria no grupo das meninas do Brasil
Goleira alemã pára as africanas, e atual campeã do mundo vence por 1 a 0


Capitã da Alemanha, Prinz não teve boa atuação contra a Nigéria, de Christie George Atual campeã do mundo, a seleção alemã feminina sofreu para vencer a Nigéria por 1 a 0 neste sábado, em Shenyang, pela segunda rodada do Grupo F do torneio de futebol das Olimpíadas.



O gol alemão foi marcado por Stegemann, aos 19 do segundo tempo. Após empatar em 0 a 0 com o Brasil na estréia, a Alemanha soma agora quatro pontos. As nigerianas, que perderam antes para a Coréia do Norte por 1 a 0, estão eliminadas.



Na última rodada, as campeãs mundiais encaram a Coréia do Norte, terça-feira, às 6h (de Brasília), em Tianjin. No mesmo horário, Brasil e Nigéria se enfrentam em Pequim.



O destaque da Alemanha na partida foi a goleira Angerer, que fez grandes defesas e evitou a derrota. No final do primeiro tempo, a nigeriana Uwak entrou sozinha na área, mas Angerer conseguiu evitar o drible e ficou com a bola.



Na etapa final, as africanas tiveram a melhor chance de marcar aos 9, quando Sarah Michael chutou bem e a goleira defendeu, dando rebote. A nigeriana bateu de novo, e Angerer voltou a salvar a Alemanha, com reflexo.



A seleção alemã chegou ao gol dez minutos depois. Behringer entrou pela esquerda e cruzou para Stegemann, que pegou de primeira e marcou em belo lance. A partir daí, a Alemanha passou a controlar o jogo, se fechou na defesa e não levou mais sustos da Nigéria.

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Thiago Pereira se classifica para a final dos 400m medley com o oitavo tempo
Nadador brasileiro terminou em terceiro em sua bateria


Thiago Pereira faz o oitavo melhor tempo Thiago Pereira terminou em terceiro lugar em sua bateria das eliminatórias dos 400m medley e garantiu uma vaga na final, que será realizada ainda neste sábado. O nadador brasileiro se classificou com o oitavo melhor tempo (4m11s74) das eliminatórias, realizadas na manhã deste sábado, no Cubo d'Água. O americano Michael Phelps foi o primeiro colocado, com direito ao novo recorde olímpico.



O brasileiro dominou sua bateria até os últimos 100 metros, quando foi ultrapassado pelo americano Ryan Lochte. Nos últimos metros da prova, Thiago também não conseguiu resistir e perdeu o segundo lugar para o canadense Brian Johns. Ryan venceu a bateria com o tempo de 4m10s33 e o canadense terminou em segundo com o tempo de 4m11s41.



Thiago Pereira ainda disputa em Pequim os 200m medley e o revezamento 4x200m livre.



Confira a lista dos classificados para a final dos 400m medley!



1) Michael Phelps (EUA) - 4m07s82

2) Laszlo Cseh (HUN) - 4m09s26

3) Luca Marin (ITA) - 4m10s22

4) Ryan Lochte (EUA) - 4m10s33

5) Gergo Kis (HUN) - 4m10s66

6) Alessio Boggiatto (ITA) - 4m10s68

7) Brian Johns (CAN) - 4m11s41

8) Thiago Pereira (BRA) - 4m11s74

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Phelps estréia com recorde olímpico
Americano se classifica para a final dos 400m medley em grande estilo


Michael Phelps estréia com recorde olímpico O fenômeno da natação mundial, Michael Phelps, já estreou com recorde nos Jogos Olímpicos de Pequim. Com o tempo de 4m07s82, Phelps conquistou o novo recorde olímpico dos 400m medley. O americano conseguiu o feito após vencer a sua bateria das eliminatórias da prova, na manhã deste sábado, no Cubo d’Água.



O antigo recorde olímpico era do próprio nadador americano, com o tempo de 4m08s26 conquistado nas Olimpíadas de Atenas, em 2004.



Phelps ainda disputa em Pequim mais sete provas (200m medley, 200m livre, 100m e 200m borboleta e nos revezamentos 4x100m medley, 4x100m livre e 4x200m livre). O americano quer conquistar na China o recorde de medalhas de ouro em uma mesma edição dos Jogos Olímpicos. O nadador Mark Spitz, também dos Estados Unidos, é o recordista, com sete ouros (Munique 1972).



Thiago Pereira também conseguiu uma vaga na final dos 400m medley com o oitavo melhor tempo (4m11s74) das eliminatórias. A final será realizada às 23h (Brasília) deste sábado.

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Brasil tem vitória tranqüila sobre a Argélia na sua estréia nas Olimpíadas de Pequim
Seleção brasileira entra devastadora e se mostra pronta para o inédito ouro


Fofão e Fabiana sobem no bloqueio em Pequim Em ritmo de treino, o Brasil venceu na estréia dos Jogos Olímpicos de Pequim e começou com o pé direito a sua busca pela inédita medalha de ouro em Olimpíadas. Diante de um adversário que não ofereceu resistência, a Argélia, a seleção brasileira marcou, na madrugada deste sábado, 3 sets a 0, com parciais de 25/11, 25/11 e 25/10.

O técnico José Roberto Guimarães entrou em quadra com Fofão, Paula Pequeno, Mari, Sheilla, Walewska, Fabiana e a líbero Fabi. Apesar do excelente desempenho da central Thaisa na conquista do heptacampeonato do Grand Prix, o treinador optou por Fabiana, que não decepcionou no meio-de-rede.



Devastador do início ao fim



O primeiro set foi devastador. Concentradas, as brasileiras não deram chances às argelinas. Com um meio-de-rede eficiente, atuando muito bem no bloqueio, principalmente com Fabiana, o Brasil disparou no placar. No segundo tempo técnico obrigatório, a seleção tinha 16 a 6 no marcador. E a vantagem só cresceu. Bem consistentes em quadra, as meninas fizeram 25 a 11.

Não foi muito diferente a história no segundo set. Era evidente a diferença de nível entre as seleções, mas a boa atuação do Brasil foi visível. Pela ponta, Paula Pequeno foi uma boa opção para Fofão. Quando não usava Sheilla na saída, a levantadora procurava a ponteira. Mari também não decepcionou. O bloqueio continuou funcionando muito bem. Antes dos 16 pontos, uma certa desconcentração brasileira fez a Argélia se aproximar no placar, mas nada preocupante. Tanto que o Brasil fechou o segundo set com a mesma parcial anterior: 25 a 11.

Zé Roberto fez alterações no terceiro set para dar ritmo às jogadoras do banco. Thaisa e Jaqueline entraram no lugar de Fabiana e Mari, respectivamente. O rendimento da seleção brasileira não caiu. O bloqueio continuou eficiente, assim como os ataques da saída e da ponta. Porém, alguns erros de saques deram pontos de graça para a Argélia. Mas os vacilos logo foram revertidos em mais pontos. Com 18 a 6 no placar, Sassá entrou no lugar de Paula Pequeno. E, assim como no início, o Brasil terminou devastador: 25 a 10.

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Ana Paula e Larissa vencem jogo, falta de entrosamento e cansaço na estréia
Dupla sofre, mas derrota brasileiras 'georgianas' e ganha moral em Pequim


Ana Paula e Larissa vibram com ponto contra compatriotas Cris e Andrezza Como esperado, entrosamento ainda está longe do ideal, mas Ana Paula e Larissa têm muito o que comemorar. A dupla, formada às pressas após a desistência de Juliana, teve trabalho, mas conseguiu vencer o cansaço e a falta de entrosamento em sua estréia nas Olimpíadas. Após perder o primeiro set, a parceria bateu, de virada, as brasileiras Cris e Andrezza, que competem pela Geórgia com os nomes de Saka e Rtvelo, por 2 a 1, parciais de 23/25, 21/17 e 15/5.



As próximas adversárias de Ana Paula e Larissa serão as russas Uryadova e Shiryaeva, derrotadas por Barnett e Cook na estréia. A partida será realizada nesta segunda-feira, dia 11, às 9h (de Brasília). Já Saka e Rtvelo jogarão contra as australianas no mesmo dia, às 8h.

Com apenas dois treinos realizados antes da estréia nos Jogos Olímpicos, Ana Paula e Larissa entraram em quadra como uma incógnita. A cearense, que não conteve as lágrimas no encontro com a nova parceira, estava visivelmente nervosa antes de sua estréia na competição.



Dupla sai na frente, mas viagem e fuso atrapalham Ana Paula

Conscientes dos problemas de adaptação, Ana Paula e Larissa começaram caprichando nos saques para quebrar o passe das adversárias. A estratégia deu certo e a parceria não tardou a abrir quatro pontos de vantagem em 6 a 2. Aos poucos, porém, as adversárias se recuperaram e passaram a forçar saques e ataques em cima de Ana Paula, que chegou a Pequim na sexta-feira e ainda se acostumar com fuso horário de 11 horas em relação ao Brasil. Com dois erros de recepção da mineira, Cris e Andrezza passaram à frente no placar.

As ‘georgianas’, no entanto, não conseguiam se distanciar de Ana Paula e Larissa, que voltaram a ficar em vantagem com uma pancada de Larissa em 20 a 18. Com dois set points, o nervosismo falou mais alto e elas cometeram dois erros. Cris e Andrezza se animaram e, com dois bloqueios da primeira, conseguiram fechar a parcial em 23 a 25.



'Georgianas' erram, e brasileiras se impõem

Após o intervalo, o cansaço pesou ainda mais para Ana Paula, que pediu ajuda a Larissa no bloqueio. A dupla, porém teve a vida facilitada pelas falhas de Cris e Andrezza, que passaram a sacar mal na partida. Exausta, Ana Paula cometeu erros bobos, mas a parceria do Brasil conseguiu empatar a partida em 21 a 17 após grandes defesas de Larissa.



No tie-break, só deu Brasil. Ana Paula se concentrou e passou a acertar sua jogada predileta, a largadinha. Larissa seguiu segura na defesa e a dupla abriu 8 a 2. Cris e Andrezza ainda ensaiaram uma reação, mas a vantagem foi irreversível: para alívio da torcida brasileira, vitória de Ana Paula e Larissa por 15 a 5.

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Diego Hypolito lidera prova de solo da fase de classificação em Pequim
Bicampeão mundial tem melhor marca das duas primeiras subdivisões e pode se tornar o primeiro medalhista olímpico da ginástica brasileira

GLOBOESPORTE.COM
Pequim, China
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Agência/Reuters
Diego está em primeiro lugar no solo A fase de classificação da ginástica artística realizada na madrugada deste sábado (horário de Brasília) ainda não acabou. Mas a torcida brasileira já pode comemorar. Com a nota 15.950 no solo, Diego Hypolito dificilmente não alcançará a final do aparelho nas Olimpíadas de Pequim.

Antes de competir na prova na qual é bicampeão mundial (2005/2007), Diego “esquentou” no salto. Sem pretensões de se classificar para a fase final, o ginasta fez apenas uma tentativa no aparelho e conquistou a nota 16.100, marca que o deixaria na terceira posição do ranking (segundo resultados computados até a segunda sub-divisão). A atuação chegou a animar Diego para tentar mais uma vez e conseguir a classificação para a final do aparelho. Porém, o ginasta permaneceu com a decisão de não saltar novamente para se poupar para o solo, sua especialidade, e ficou com média de 8.500, o que o deixou fora da final.



Então, chegou a hora de se apresentar em seu aparelho principal. Diego, que tinha nota de partida de 16,70, entrou no tablado de Pequim e fez uma série quase perfeita, bastante parecida com a realizada no Mundial de 2007, quando foi campeão. O estreante em Olimpíadas iniciou com um duplo twist carpado e uma sequência boa de saltos nas diagonais. A apresentação não teve o “Hypolito” – movimento criado por ele mesmo – mas garantiu a nota 15.950, a melhor das duas primeiras subdivisões.



- A pior coisa é errar no primeiro dia. Se eu tivesse errado, teria me sentido um lixo - disse Diego ao técnico Renato Araujo, em cena captada pelas câmeras da organização.



Principal adversário erra e está em quarto lugar



A segunda colocação até o momento pertence ao espanhol Gervasio Deferr, com 15.825. Já o terceiro lugar é do japonês Kohei Uchimura (15.725).

Adversário direto de Diego, o chinês Kai Zou não foi bem e está em quarto lugar, com 15.700. No Mundial de Stuttgart em 2007, o ginasta asiático fechou a fase inicial da competição em primeiro lugar e, na decisão, viu o brasileiro o superar e conquistar o ouro pela segunda vez.

Já o medalhista de prata em Atenas-2004 e tricampeão mundial(2001/2002/2006), o romeno Marian Dragulescu – que por pouco não ficou fora das Olimpíadas de Pequim e finalizou sua carreira devido a uma séria lesão nas costas –, ainda não se apresentou no solo de Pequim. Sua série faz parte da subdivisão III, que acontecerá ainda nesta manhã.



A final da prova de solo será realizada no dia 17 de agosto.

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Marta desencanta, meninas vencem Coréia do Norte e lideram o Grupo F
Com vitória de 2 a 1, Brasil precisa só empatar na última rodada


Marta comemora seu 48º gol em 47 jogos com a camisa da seleção brasileira Eleita pela Fifa a melhor jogadora de futebol do mundo nos últimos dois anos, Marta desencantou nas Olimpíadas de 2008 neste sábado e ajudou a seleção brasileira feminina a vencer por 2 a 1 a Coréia do Norte, em Shenyang. Daniela Alves também marcou, e Kum Suk Ri descontou nos acréscimos.



Com quatro pontos, o Brasil lidera o Grupo F por ter mais gols marcado. Na próxima terça-feira, o time encara a fraca e eliminada Nigéria na última rodada, às 6h (de Brasília), em Pequim, e precisa apenas de um empate para ir às quartas-de-final. Os dois primeiros classificados de cada chave avançam, assim como os dois melhores terceiros lugares.



Se terminar na liderança, provavelmente a equipe de Jorge Barcellos vai encarar os Estados Unidos, que devem ficar com a segunda posição do Grupo G. Nas últimas Olimpíadas, a seleção americana ganhou a medalha de ouro vencendo as brasileiras na final. Liderada por Marta, o Brasil deu o troco na Copa do Mundo de 2007, eliminando os EUA na semifinal. As americanas fizeram até um comercial pedindo a revanche contra a seleção canarinho em Pequim.



A Alemanha, que bateu a Nigéria por 1 a 0 mais cedo, é a segunda colocada do Grupo F, também com quatro pontos. As norte-coreanas aparecem em terceiro, com três. A Nigéria, sem pontuar até agora, está eliminada. Alemanha e Coréia do Norte se enfrentam terça, em Tianjin, também às 6h (de Brasília).



Uniforme sem escudo da CBF



Agência/AP
Ronaldinho e os demais jogadores do time masculino assistem ao jogo das meninas A seleção entrou em campo sem o escudo da CBF. A pedido do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a organização aceitou tirar o emblema da camisa, já que o regulamento do Comitê Olímpico Internacional (COI) determina que os atletas não podem participar dos Jogos com símbolos de federações nacionais no uniforme.



No domingo, o time masculino também enfrentará a Nova Zelândia sem o escudo e as cinco estrelas do pentacampeonato mundial. Mais uma vez, o time de Dunga foi ao estádio neste sábado prestigiar as meninas e levou ao delírio os torcedores em Shenyang.



Correria norte-coreana, gols brasileiros



O técnico Jorge Barcellos começou a partida com uma mudança. A zagueira Érika entrou como titular, no lugar de Andréia Rosa, que atuou contra a Alemanha na estréia. E Érika teve que suar bastante no início do jogo: as norte-coreanas corriam muito, indo para cima da defesa brasileira, mas abrindo espaço para contra-ataques.



O nervosismo marcou os primeiros minutos da seleção brasileira. Marta chegou a receber um cartão amarelo por reclamação. Assim como na estréia, o calor atrapalhava. Várias vezes, as jogadoras foram à beira do gramado beber água.



Afoita, a seleção da Coréia do Norte acabou sendo castigada pelos próprios erros, para alegria das brasileiras, que tentavam ir à frente com Marta, Daniela Alves e Cristiane.



Aos 14 minutos, o primeiro gol do Brasil nos Jogos de Pequim. Jong Ran Om recuou para a goleira Myong Hui Jon na área, Daniela Alves não desistiu da jogada e correu atrás da bola. A camisa 1 norte-coreana se enrolou, a atacante brasileira roubou a bola e abriu o placar.



Agência/EFE
Marta abraça Daniela Alves, autora do primeiro gol do Brasil nas Olimpíadas O Brasil cresceu após o gol. E quase chegou ao segundo seis minutos depois. Marta arrancou pela esquerda e cruzou para Formiga, que deu um peixinho mas pegou mal na bola, que foi para fora.



O segundo gol saiu aos 22, com a melhor do mundo. Marta iniciou o contra-ataque no meio-campo e deu para Cristiane. A camisa 11 avançou pela esquerda, chegou perto da área e tocou para Marta, que entrou pelas costas da zagueira. A craque ganhou a dividida com duas rivais, virou-se e tocou para o fundo da rede: 2 a 0.



Aos 26, Marta teve a chance de marcar de novo, mas cabeceou para fora, rente ao travessão, depois de um cruzamento de Rosana.



Logo no início do segundo tempo, a camisa 10 teve grande chance na pequena área, mas a goleira Myong Hui Jon defendeu. Porém, a Coréia do Norte cresceu e passou a sufocar as brasileiras.



Aos 11, Son Hui Kil cobrou escanteio e quase marcou um gol olímpico, evitado pela goleira Andréia. Dois minutos depois, a zaga brasileira se enrolou e Un Gyong Ri perdeu a oportunidade de diminuir o placar.



O Brasil segurou a correria asiática até os acréscimos, mas a Coréia do Norte conseguiu descontar com Kum Suk Ri, já aos 47.



Ficha técnica:


BRASIL 2 x 0 CORÉIA DO NORTE
Andréia; Érika, Renato Costa e Tânia Maranhão; Simone Jatobá, Maycon, Formiga, Daniela Alves (Francielle) e Rosana (Ester); Marta e Cristiane (Pretinha). Myong Hui Jon, Jong Ran Om, Jong Sun Song e Kyong Sun Sonu; Hye Ok Kong, Kyong Hwa Kim (Ok Sim Kim), Un Suk Ri, Un Gyong Ri e Son Hui Kil; Kum Suk Ri e Yong Ae Kim (Sun Hui Ho).
Técnico: Jorge Barcellos. Técnico: Kim Kwang Min.
Gols: Daniela Alves, aos 14 do primeiro tempo; Marta, aos 22 do primeiro tempo; Kum Suk Ri, aos 47 do segundo tempo
Cartões amarelos: Marta, Daniela Alves, Formiga (BRA); Kyong Hwa Kim, Un Gyong Ri (CNO)
Estádio: Shenyang, na China. Data: 08/08/2008. Árbitro: Huijun Niu (CHN). Auxiliares: Hongjuan Liu(CHN) e Hsiu Mei LIU (FOR).

Vitória X Vasco

Velhos conhecidos, Edmundo e Ramon duelam no Barradão
Jogadores atuaram na equipe carioca na década de 90. Tita estréia no comando do time cruzmaltino


Ramon e Edmundo se reencontram de lados opostosO confronto entre Vasco e Vitória, neste domingo, às 16h, pela última rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro, tem vários atrativos para o torcedor. Além da estréia de Tita no comando do time da Colina, a partida vai marcar o reencontro de Edmundo e Ramon, antigos companheiros na equipe de São Januário, que entre outros títulos foi campeã brasileira de 1997. Por outro lado, o duelo entre baianos e cariocas mostra a luta por objetivos distintos. Enquanto os rubro-negros querem voltar ao G-4 - zona de classificação para a Libertadores -, os vascaínos buscam a reabilitação na competiçã.

O Vitória faz uma boa campanha no Campeonato Brasileiro. O time baiano ocupa a quinta colocação, com 29 pontos. O Vasco está em 15º lugar, com 19, a duas posições da zona de rebaixamento. Acompanhe a partida ao vivo pela TV Globo e em Tempo Real pelo GLOBOESPORTE.COM.

Tita estréia no comando do Vasco

Com um novo comandante, o Vasco entra em campo precisando de uma vitória para se afastar da zona de rebaixamento, pois corre o risco de terminar o primeiro turno perto da degola. Tita vai ter a missão de animar um grupo, que nos últimos oito jogos ganhou apenas um. Para piorar a situação, assim como o seu antecessor Antônio Lopes, ele está cheio de problema.

O zagueiro Jorge Luiz e o lateral-esquerdo Edu, suspensos, estão fora. Morais, com problemas psicológicos, está afastado da equipe. Além dos dois, o treinador ainda não vai poder contar com o meia Leandro Bomfim, recuperando-se de uma tendinite no joelho esquerdo. Por outro lado, Tita teve uma conversa com Edmundo, que se propôs a atuar no confronto deste domingo, em Salvador.

- Conversei com o Edmundo e ele percebeu a sua importância para a equipe. Ele está dentro - avisa Tita.

A defesa é o maior problema do treinador. Sem Jorge Luiz, Tita deve optar por Eduardo Luiz, que cumpriu suspensão na derrota para o Coritiba, e Anderson. Wagner Diniz segue na lateral direita. Porém, pelo setor esquerdo, o treinador não tem um especialista para a posição. Marcus Vinícius, que é destro, e o canhoto Bruno Gallo, meia de origem, disputam a vaga.

No meio-campo, a única dúvida do treinador é em relação ao aproveitamento de Jonílson, que se recupera de uma entorse no tornozelo esquerdo. O restante do setor está definido com Rodrigo Antônio, Alex Teixeira e Madson. No ataque, Edmundo e Leandro Amaral vão ser os titulares.

Vitória busca a reabilitação diante dos cariocas

Após duas derrotas seguidas para Grêmio e Palmeiras, respectivamente, o Vitória quer voltar ao G-4 e encerrar o turno bem colocado na competição. O time quer aproveitar o momento conturbado que vive o Vasco para vencer no Barradão e voltar à zona de classificação da Taça Libertadores.

O time vai ter duas mudanças com relação à formação do último confronto. O volante Vanderson está fora por ter recebido o terceiro cartão amarelo, e Marco Antônio é o provável substituto. Na zaga, Anderson Martins volta de suspensão e forma a retaguarda com Leonardo Silva, deixando Wallace como opção do técnico Vágner Mancini no banco de reservas.
vitoria esquema 4-4-2

GOLViafara

LATMarco Aurélio

ZAGWallace

ZAGLeonardo Silva

LATMarcelo Corde...

MEIMarco Antônio

MEIRenan

MEIWilliams

MEIRamon

MEIMarquinhos

ATADinei
Técnico:
Vágner Mancini
*provável escalação dos times Vasco
esquema 4-4-2

GOL Tiago

LAT Wágner Diniz

ZAG Eduardo Luiz

ZAG Anderson Sant...

LAT Marquinho

MEI Jonílson

LAT Rodrigo Antôn...

MEI Madson

ATA Alex Teixeira

ATA Leandro Amaral

ATA Edmundo
Técnico:
Tita

Coritiba X Sport

Contra o Sport, Coritiba luta para entrar no G-4 do Brasileirão
Técnico Nelsinho Batista, do Leão, comemora a chance de repetir a escalação da vitória sobre a Portuguesa


Keirrison gol CoritibaEmbalado com a arrancada no Brasileirão, o Coritiba recebe o Sport neste domingo, às 16h, no Estádio Couto Pereira. Um novo triunfo pode levar os paranaenses ao G-4. O Leão, que subiu uma posição com a vitória sobre a Portuguesa, também sonha se aproximar do grupo dos times que garantem vaga na Libertadores de 2009. O Coxa é o sexta colocado, com 29 pontos, e o Leão é o nono, com 27.

O canal Premiere transmite o jogo para todo o Brasil. Acompanhe também em Tempo Real no GLOBOESPORTE.COM

De olho na Libertadores

Para chegar ao sonhado G-4, o Alviverde torce por tropeços de Vitória, que tem os mesmo 29 pontos, com um triunfo a mais, e São Paulo, quarto colocado com 30 pontos, apenas um à frente do Coxa. Portanto, o técnico Dorival Júnior cobra uma atenção redobrada de seus comandados.

- O Sport está voltando a jogar um bom futebol após ter uma queda de produção. É um adversário que joga com muita velocidade e, por isso, precisamos de muita atenção, sabendo que sempre teremos de jogar no limite para alcançarmos os nossos objetivos - afirma o treinador.

O time da casa terá apenas um desfalque: o lateral-esquerdo Guaru, que vinha jogando no meio-de-campo, recebeu o terceiro cartão amarelo e está suspenso. Com isso, o treinador deixa o esquema 3-6-1 rumo ao 3-5-2, colocando Hugo ao lado de Keirrison no ataque.

Em busca do triunfo fora

No Sport, o técnico Nelsinho Batista vai repetir a escalação da vitória por 2 a 0 sobre a Portuguesa. Mais uma vez ele não terá o apoiador Fumagalli, que ainda não se recuperou de uma lombalgia. O volante Sandro Goiano ainda faz um trabalho de recuperação física e também ficará fora.

- É bom poder repetir a escalação, vamos dar uma seqüência nesta formação. Infelizmente isso não tem acontecido com freqüência, mas quando há uma oportunidade para isso, é muito bom - afirma o técnico.

Para Nelsinho, o jogo tem tudo para ser muito bom, já que os dois times estão em boa fase.

- São duas equipes em ascensão, que estão em um bom nível. Vamos a Curitiba buscar um resultado positivo - diz o comandante ao site oficial do Sport. curitiba esquema 3-5-2

GOLVanderlei

ZAGNenê

MEIAlê

ZAGMaurício

LATRodrigo Heffn...

MEIRodrigo Mancha

MEICarlinhos Par...

MEIJoão Henrique

LATRicardinho

ATAKeirrison

ATAHugo
Técnico:
Dorival Júnior
*provável escalação dos times Sport
esquema 4-4-2

GOL Magrão

LAT Luisinho Netto

ZAG Igor

ZAG Durval

LAT Dutra

MEI Daniel Paulis...

MEI Moacir

MEI Luciano Henri...

MEI Francisco Alex

ATA Carlinhos Bala

ATA Roger
Técnico:
Nelsinho Baptista

Náutico X Santos

Desesperados e com técnicos novos, Santos e Náutico se enfrentam
Times querem escapar da zona de descenso. Márcio Fernandes assume o Peixe. Roberto Fernandes comanda o Timbu


Confronto Márcio Fernandes Santos x Roberto Fernandes NáuticoDuas equipes em perigo, que amargam a zona de rebaixamento e demitiram treinadores recentemente. Sob pressão, Náutico e Santos se enfrentam neste domingo, às 18h10m (horário de Brasília), no Estádio dos Aflitos, em Recife, num jogo que já é decisivo, apesar do Brasileirão ainda estar no primeiro turno.

O Náutico está em 17º lugar, com 18 pontos. O Peixe vem logo abaixo, em 18º, com 17. Quem vencer, respira. Já o perdedor corre o risco de despencar ainda mais e ficar mais próximo da lanterna.

CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO COMPLETA DO BRASILEIRÃO

O GLOBOESPORTE.COM acompanha o jogo em Tempo Real, com vídeos exclusivos. O SporTV transmite ao vivo para Minas Gerais e São Paulo. O restante do País acompanha pelo Premiere, em sistema de pay-per-view.

As duas equipes estréiam técnicos novos. Márcio Fernandes assume o comando do Santos no lugar de Cuca, que se demitiu após a derrota para o Atlético-MG, por 3 a 2, quarta-feira passada, na Vila Belmiro. Já Roberto Fernandes foi contratado no lugar de Pintado, demitido pelo Náutico após a derrota por 2 a 0 para o Atlético-PR, também na última quarta-feira.

Pelo lado santista, Márcio Fernandes não poderá contar com o lateral-esquerdo Kleber, que cumpre suspensão automática. Tiago Carleto deve ser o escolhido para substitui-lo. O volante Adriano, com o joelho machucado, também não viajou para Recife, assim como o goleiro Fábio Costa, que ainda não se recuperou de uma lesão muscular na coxa esquerda.

Na vaga de Adriano, Márcio pode optar por Adoniran ou por Dionísio, que volta após cumprir suspensão. No gol, Douglas segue sendo o titular.

Timbu tenta sair da zona da degola

A quinta derrota seguida no Campeonato Brasileiro custou o emprego do técnico Pintado. O novo treinador do Timbu, Roberto Fernandes, acertou o retorno ao clube na quinta e já comandou seu primeiro treino nesta sexta-feira.

Fernandes treinou o Alvirrubro pela primeira vez no ano passado. Chegou em julho e saiu no fim de maio deste ano, para ser técnico, curiosamente, do Atlético-PR. Na sua reestréia, encontrará o Náutico na 17ª colocação, com 18 pontos, e há oito jogos sem vitórias.

Contra o Santos, o treinador não terá o lateral Maurinho, expulso na última rodada. Em compensação, a equipe contará novamente com Ticão e Piauí (impedidos de enfrentar o Furacão por cláusulas contratuais), Everaldo e Geraldo (curados de lesões), além de Negretti e Ruy (cumpriram suspensão).

Dentro de casa, a equipe tem 51,8% de aproveitamento, com quatro vitórias, dois empates e três derrotas, em nove partidas. nautico esquema 4-4-2

GOLEduardo

MEINegretti

ZAGVágner Silva

ZAGEveraldo

LATRuy

MEITicão

MEIAlceu

MEIPaulo Santos

LATPiauí

ATAGilmar

ATAFelipe
Técnico:
Roberto Fernandes
*provável escalação dos times Santos
esquema 4-4-2

GOL Douglas

ZAG Marcelo

ZAG Domingos

ZAG Fabiano Eller

LAT Apodi

MEI Dionísio

MEI Molina

MEI Michael

LAT Carleto

ATA Maikon

ATA Kléber Pereira
Técnico:

Flamengo X Atlético-PR

Mordido em queda livre, Fla recebe o irregular Atlético-PR no Maracanã
Jogadores estão irritados com má fase e querem vitória para calar críticos. Furacão segue perto da zona de rebaixamento


Confronto Juan Flamengo x Rafael Moura Atlético-PRO Flamengo não vence há sete jogos. Mas os jogadores queriam aplausos. Irritados com a série de críticas que sofrem diariamente, os atletas enfrentam o Atlético-PR neste sábado, no Maracanã, para “calar os críticos”. A partida, válida pela 19ª e última rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro, começa às 18h20m.

O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real. O Premiére transmite para todo o Brasil.

A queda da liderança para a sétima posição abalou o moral dos jogadores. Antes festejados, cobiçados por times europeus e cotados para a seleção, agora eles vivem a outra face da moeda. E alguns não reagiram bem.

Ibson está incomodado com as críticas. Queixou-se a companheiros de elenco sobre os comentários contrários às suas atuações. Alega que estão “pegando pesado” ao colocá-lo como um dos culpados pela má fase. A vitória, no consenso interno, serviria como um “cala a boca” aos críticos.

O Fla coleciona apenas dois pontos em 21 disputados e está estacionado nos 28. A equipe vem de três derrotas consecutivas e caiu para a sétima posição. Nesta semana houve protestos violentos da torcida, visita de padre e fracasso nas contratações.

- Tanto no Paraná quanto no Palmeiras passei por momentos de dificuldade com vários jogos sem vitória no Brasileiro. E nos dois, a má fase passou e o time voltou mais forte – aposta Caio Júnior.

Problemas na escalação do Fla

Para montar a escalação, Caio Júnior teve dificuldade por causa de lesões e suspensões. O quebra-cabeças ganhou o reforço de uma peça importante. O zagueiro Ronaldo Angelim treinou normalmente e garantiu escalação. O defensor ficou fora dos últimos dois jogos por causa de dores na coxa direita.

Fábio Luciano está suspenso. Desta forma, o companheiro de Angelim será Thiago Sales ou Dininho. O último saiu machucado da última partida, mas treinou nesta sexta e será reavaliado na concentração.

No ataque, a má notícia. Vandinho não se recuperou da contratura na coxa esquerda e foi vetado. Obina, que acumulou três cartões amarelos, também está fora. Maxi será titular e terá a companhia de Éder ou Paulo Sergio. O jovem Bruno Paulo, de 18 anos, foi levado para a concentração e pode ficar no banco.

- O Maxi entrou bem no último jogo e merece esta chance. Vou decidir entre o Éder e o Paulo - declara Caio Júnior.

Outro desfalque por excesso de cartões será Toró. Neste caso, o substituto será Aírton. Questionado sobre qual jogador faria a função de apoiador, o técnico rubro-negro foi sincero.

- Ninguém. Não existe essa peça no elenco - lamenta.

A principal esperança da equipe será o lateral-esquerdo Juan, principal jogador rubro-negro neste Brasileirão.

Furacão animado

De ânimo renovado após a vitória por 2 a 0 sobre o Náutico, que tirou o time da temida zona da degola, o Atlético-PR aposta no ataque para conquistar o segundo triunfo fora de casa no Brasileirão. Em oito jogos longe da Arena da Baixada, o Rubro-Negro venceu apenas um, contra o Ipatinga, por 1 a 0, em sua estréia na competição. No momento, a equipe está em 14º lugar, com 20 pontos.

- Não temos muito o que inventar. Vamos descansar os atletas e fazer um trabalho psicológico melhor para o jogo. Temos que melhorar a cada rodada. Vou analisar o Flamengo agora e pegar o que foi visto pelas pessoas que estão observando o adversário. O Atlético é um time grande e tem que perseguir vitória. Se for para lá jogar se defendendo não dá certo. Temos que atacar para matar o jogo - garante o técnico Tico, que ainda não sabe se será efetivado no cargo.

Destaque diante do Náutico, o volante Chico, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, não pega o Flamengo. Além disso, o meia Netinho, o volante Valência e os atacantes Joãozinho e Júlio César seguem vetados pelo departamento médico. Por outro lado, Tico conta com a volta de Alan Bahia. A tendência é de que o técnico escala a equipe no 4-4-2, mantendo Anderson Aquino e Rafael Moura no ataque. flamengo esquema 4-4-2

GOLBruno

LATLeonardo Moura

ZAGDininho

ZAGRonaldo Angel...

LATJuan

MEIJaílton

MEICristian

MEIAirton

MEIIbson

ATAÉder

MEIMaxi
Técnico:
Caio Júnior
*provável escalação dos times Atlético-PR
esquema 4-4-2

GOL Galatto

LAT Nei

ZAG Danilo

ZAG Antônio Carlos

LAT Márcio Azevedo

ATA Renan

MEI Alan Bahia

MEI Rodriguinho

MEI Ferreira

ATA Rafael Moura

ATA Anderson Aqui...
Técnico:
Tico dos Santos